Entre vínculos comunitários, escuta popular e práxis marxista, texto defende o afeto como ferramenta estratégica de organização e transformação social.
Experiência no Crato articula memória, território e luta social para propor um modelo autônomo de governança popular, enfrentando estigmas e ampliando o direito à cidade.
Lei reconhece área como modelo de agroecologia urbana, mas falta de ação do poder público ameaça iniciativa sustentada pela comunidade.
Sob influência do mercado e de fundações privadas, a política educacional esvazia o debate pedagógico e distancia a escola da formação crítica e emancipadora.
Entre a lei e a prática, cidades seguem moldadas pela especulação, pela exclusão territorial e pelo predomínio dos interesses econômicos sobre o direito coletivo.
Artigo defende planejamento urbano participativo, com protagonismo popular, base científica e enfrentamento à lógica desigual que fragmenta as cidades.
Os jornais não são nossos, muito menos as ideias. Eles jamais dividem os lucros e a poesia, jamais
Inãron está do meu lado; Thiago de Mello deixei na mochila de couro. Daqui a pouco ele estará nas minhas costas — vou lê-lo no caminho
Mais que uma celebração infantil, o Dia das Crianças no Gesso transforma a data em um ato político de solidariedade, arte e organização popular no Crato.
Os galos cantam. Trégua pra João Bosco. Motores de carros lembram que a cidade não dorme toda
“É permitido escrever na parede laranja, uma lousa transformada num confessionário público, a censura quase não existe.”
Integrar editais culturais às escolas públicas pode ampliar o acesso à produção simbólica e democratizar o fomento cultural entre populações historicamente excluídas.