A esquerda bem informada
A esquerda bem informada

Paulo Kliass

Doutor em economia e membro da carreira de Especialistas em Políticas Públicas e Gestão Governamental do governo federal.
Quem manda na política monetária?

O modelo de tomada de decisão sobre a taxa de juros apresenta um viés claro em favor do atendimento dos interesses da elite do planeta da finança.

A retomada do Mercosul

Apesar de todas as grandes mudanças na estrutura da geopolítica comercial, a Argentina se mantém ainda como um dos principais parceiros comerciais do Brasil, estando apenas atrás da China e dos Estados Unidos.

Lula e o salário mínimo

Lula sabe da importância que a remuneração dos assalariados, aposentados e pensionistas representa para seu projeto de governo, seja em termos simbólicos,

O terrorismo bolsonarista e a economia

É mais do que fundamental aprofundar o isolamento político do fugitivo e de seus seguidores marcados pelo fanatismo, que antes pregavam, e agora praticam, o terror.

Quarenta anos em quatro. Por Paulo Kliass

Lula sabe que precisa de melhorias emergenciais para a população, mas também lançar as bases de um projeto nacional de desenvolvimento.

Os riscos de Tebet no Planejamento

Simone Tebet declarou voto em Lula no segundo turno e passou a participar das manifestações da campanha

Financismo em estado bruto

As classes dominantes brasileiras sempre mantiveram um pé no interior do Estado, buscando tirar o maior proveito econômico e financeiro de tal capacidade de influência.

Lula: primeiros nomes e Haddad na Fazenda

O novo presidente tem diante de si a difícil tarefa de operar um conjunto amplo de variáveis em um tabuleiro que se organiza pela lógica de uma geometria variável e bastante complexa.

Bolsonaro, o Copom e a Selic

Atuando como uma espécie de regimento de quinta-coluna a serviço do financismo dentro do próprio aparelho de Estado, os membros do COPOM podem ser tentados a operar como sabotadores militantes dos movimentos tão necessários pela recuperação da atividade econômica e pela implementação de um projeto nacional de desenvolvimento.

Despesa com juros não tem teto

Enquanto a retórica da austeridade exigia a presença da tesoura fiscal, a conta de juros subia 44% entre 2020 e 2021

Financismo: austeridade pra quem?

Esse mantra criminoso contra toda e qualquer elevação no sacrossanto “índice de endividamento” ignora as reais necessidades da maioria da população

A eterna chantagem do financismo

Na verdade, eles gostariam de ver o próximo governo de pés e mãos amarrados, impedido pela manutenção de regras draconianas na conduta fiscal, para executar seu programa de governo

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