A esquerda bem informada
A esquerda bem informada

Luciano Siqueira

Médico, vice-prefeito do Recife, membro do Comitê Central do PCdoB
Conversar faz bem

Aprendo muito com pessoas simples que atendo em meu gabinete e com os que me abordam na rua. Basta ouvir com atenção, mesmo que a gente discorde de quem está nos falando.

Redes sociais para quê?

Tudo bem que as redes sociais não são nem serão jamais o paraíso democrático que muitos acreditavam viessem a ser. Mas servem como bom meio de comunicação entre as pessoas, apesar de todas as imposições restritivas via algoritmos.

A militância nossa de cada época

“Certa vez, como ocorre com certa frequência, um grupo de estudantes me entrevistou demoradamente (no meu gabinete de vice-prefeito do Recife) acerca do período do regime militar”.

Questão de perspectiva

Quando um povo perde a perspectiva tudo fica mais difícil.

Vidas quase cruzadas

Conto de Luciano Siqueira

Cena improvável

Vejo no Instagram uma foto perfeita, em preto e branco, de uma criança entre dois adultos num banco que me parece de trem ou metrô. Belíssima cena — embora improvável.

Quando urnas podiam criar asas

Nos idos de 1985, a maioria das correntes de esquerda ainda abrigadas no então PMDB, deu-se no Recife uma eleição interna, envolvendo todos os diretórios zonais, em torno da escolha do candidato a prefeito.

Ousadia em mar revolto

Após celebrada a Anistia, em 1979, o PCdoB ainda em semi-clandestinidade, João Amazonas insistia da necessidade de “falarmos para milhões“.

Quem tem medo do controle social?

A receita ultraliberal, adotada em boa parte do mundo afora e implementada no Brasil pela equipe econômica do presidente Bolsonaro, traz em sua essência duas incompatibilidades: uma, com as necessidades básicas da maioria da população; a outra, verdadeira ojeriza à democracia.

Por onde podemos ir?

 

Na quizumba, o acúmulo possível

Quando o maior líder popular da história recente do país dá sinais de que pretende cuidar de si mesmo e do seu partido, dando menor importância à aglutinação das forças de oposição; e um ex-ministro, pré-candidato à presidência da República por importante partido do campo democrático manifesta desacordos através de palavras duras e depreciativos, a quizumba está instalada.

A corda estica. Até quando?

Por que o povo brasileiro não reage?, perguntam frequentemente militantes, ativistas e articulistas de diversas mídias.

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