A consolidação de Lula, a divisão da direita e a mobilização da esquerda
Da Conclate de 1981 ao Plebiscito de 2025, a história comprova que só a organização popular pode enfrentar crises e abrir caminhos de transformação social no Brasil.
Assédio, burnout e acidentes evidenciam a precarização: a lógica do lucro adoece e mata, aumenta afastamentos e mortes no trabalho e transfere os custos ao SUS e à sociedade.
Compreender a conjuntura exige método: identificar agentes, forças e eventos que moldam o presente é chave para orientar decisões políticas e antecipar cenários
A análise marxista segue atual porque revela o núcleo das contradições sociais: a exploração da força de trabalho e a concentração de riquezas
Uma análise da percepção política dos brasileiros revela contradições alarmantes sobre o futuro da democracia no país
A esquerda começa a se reorganizar e a retomar as rédeas do debate político
Para disputar a direção do país, a esquerda precisa superar a paralisia, propor um novo projeto estratégico e fortalecer sua base institucional e social.
“Diante das movimentações e disputas internas que atravessam o campo conservador, a esquerda não pode se limitar à observação”
Consulta nacional propõe redução da jornada, isenção do IR até R$ 5 mil e taxação dos super-ricos, apostando na mobilização popular para pressionar o Congresso.
Em tempos de fragmentação e retrocessos, fortalecer os movimentos sociais e reconstruir um projeto político unificado é essencial para enfrentar as desigualdades e transformar o país.
Em vez de se apoiar em projetos políticos concretos, a extrema-direita têm canalizado ressentimentos e frustrações para consolidar adesões e formar identidades políticas