A esquerda bem informada
A esquerda bem informada

Leonardo Varela Milreu

Comunicador e crítico de cinema
Cinco filmes indispensáveis para assistir depois da Parada LGBTQIAPN+

Produções de diferentes países mostram como o cinema preserva memórias, enfrenta apagamentos e transforma histórias de resistência em legado coletivo.

Uma análise honesta e (quase) imparcial sobre “Dark Horse”

Produção milionária transforma a trajetória política de Bolsonaro em narrativa messiânica e expõe escolhas de roteiro marcadas por ficção, simbolismo e controvérsia.

O dia das mães, a escala 6×1 e um domingo que nunca termina

Enquanto o país debate o direito ao descanso, mulheres seguem acumulando jornadas invisíveis dentro de casa sem divisão real do cuidado.

Luz, câmera, luta de classes: cinco filmes para ler com Marx

Clássicos do cinema revelam, na prática, conceitos de Karl Marx sobre alienação, exploração e conflito entre classes em diferentes contextos históricos.

Glauber Rocha transformou o Rio em Eldorado

Entre palácios e ruínas simbólicas, o filme constrói uma crítica estética à elite brasileira ao fundir arquitetura histórica e linguagem cinematográfica em permanente tensão.

O ruído como arquitetura invisível em “O Som ao Redor”

Filme de Kleber Mendonça Filho transforma sons cotidianos, vigilância e paisagem urbana em linguagem para expor medo, classe e violência latente no Recife.

A estética da alienação em “São Paulo Sociedade Anônima”

Entre fábricas, viadutos e espelhos, filme expõe a fragmentação do sujeito e a violência silenciosa da modernização sobre a vida urbana paulistana.

O brutalismo solar de “Deus e o Diabo na Terra do Sol”

Filme de Glauber Rocha rompe radicalmente com qualquer preceito de equilíbrio tonal clássico

A textura da ausência e a pintura cinética de “Amor à Flor da Pele”

Em “Amor à Flor da Pele” (2000), a dor de um romance contido não é dita, ela é inteiramente pintada na tela.

A dissolução da inocência no labirinto do abandono estatal

Análise de Pixote: A Lei do Mais Fraco revela como a violência institucional e o abandono do Estado moldam a trajetória trágica da infância marginalizada no Brasil.

O melhor filme de guerra é, na verdade, o maior filme de horror 

Um retrato visceral da guerra que desmonta qualquer romantização e revela o horror absoluto da violência humana através da jornada devastadora de um menino em Belarus.

Tapete vermelho, alma verde e amarela

“O cinema brasileiro atual, ao vencer prêmios e lotar salas no exterior, atua como o nosso melhor embaixador, provando que a cultura é a arma mais poderosa para curar as feridas de um povo e lembrá-lo de que ele é gigante”

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