A esquerda bem informada
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Tag: ajuste fiscal

Deputados querem impedir desmonte do serviço público

Pacote anunciado pelo governo Temer pretende engordar o caixa da União, ameaçando o funcionalismo público. A proposta prevê, também, elevar a alíquota de contribuição para a Previdência e a extinção de 60 mil cargos no Executivo. Deputados defendem o impedimento do novo desmonte.

Por Iberê Lopes

Pedro Rossi: É “perversidade extrema” mídia apoiar ajuste de Temer

O economista Pedro Rossi afirmou em entrevista para a rádio Unicamp que é falsa a tese defendida pela grande mídia de que é preciso continuar o corte de gastos de despesas obrigatórias, que seriam saúde e educação. Ele considerou “perversidade extrema” a posição da mídia brasileira em geral apontando para mais arrocho nessas áreas que atendem a maioria da população. O tema da entrevista foi o novo ajuste fiscal anunciado por Temer para “equilibrar as contas públicas”.

Paulo Kliass: Temer e seu nó fiscal

Bastaria tirar a Dilma para que todas as dificuldades se transformassem em oportunidades para o retorno de nossa economia a uma suposta normalidade.

A política econômica de Temer fracassou, diz professor da Unicamp

A equipe econômica do governo Michel Temer vai refazer as contas para estabelecer nova meta de déficit de 2017 e 2018. Com receitas em permanente queda, o governo deve ampliar a meta do déficit deste ano, passando de R$ 139 bilhões para R$ 158 bilhões. Projeções também indicam que os investimentos do governo federal podem chegar ao final deste ano no menor nível em dez anos.

Após comprar deputados e cortar Bolsa Família, Temer congela salários

Em mais uma medida de seu "ajuste fiscal" relativo, Michel Temer deve congelar o salário de servidores em 2018. A medida deverá atingir professores, militares, policiais, auditores da Receita Federal, peritos do INSS, diplomatas e oficiais de chancelaria e carreiras jurídicas. Outras categorias poderão ser incluídas. Com ela, o governo pretende economizar R$ 9,8 bilhões.

Movimentos intensificam mobilização contra leilão das usinas da Cemig

Trabalhadores, organizações e movimentos populares estão unidos contra o leilão das usinas da Cemig. A venda, que é articulada pelo governo federal, está marcada para o dia 30 de setembro e atingirá as hidrelétricas de São Simão, Jaguará, Miranda e Volta Grande, que, juntas, correspondem a quase 50% da energia gerada pela estatal mineira. Com a transação concretizada, os grupos que adquirirem o controle das usinas poderão explorá-las por um prazo de 30 anos.

PDV de servidores do Executivo é medida para desviar atenção

A medida provisória que o governo Michel Temer deve publicar nos próximos dias, com um plano de demissão voluntária (PDV) de servidores públicos do Poder Executivo Federal, previsto para ser implementado pelo Ministério do Planejamento, é encarada pela Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef) como contraditória e de muito pouco impacto real para o próprio governo. Além disso, tem um caráter “propagandístico” e político.

Com violência policial, pacote de maldades de Curitiba é aprovado

Bombas de gás, spray de pimenta, balas de borracha. Um dos principais pontos turísticos de Curitiba, o teatro Ópera de Arame foi palco de conflitos e violência nesta segunda-feira (26). O local foi usado para a votação – e aprovação – de quatro projetos de lei de ajuste fiscal do município, apresentados pelo prefeito Rafael Greca (PMN).

Grazielle: O desmonte do sistema de proteção social pelo governo Temer

A crise econômica de 2008 foi utilizada como justificativa para a adoção de medidas de austeridade na Europa. 

Por Grazielle David

Reitoria da USP usa repressão para tentar aprovar corte de gastos

A exemplo do que fez Michel Temer para aprovar a PEC 55, que determina o congelamento de gastos sociais do governo federal por vinte anos, a Reitoria da Universidade de São Paulo (USP) também recorreu à violenta repressão contra uma manifestação que contestava o corte de gastos na instituição. Na tarde desta terça-feira (7), a Polícia Militar invadiu o campus universitário e agrediu servidores, professores e estudantes.

Crise no ES e pancadaria no RJ são amostras do Brasil pós-golpe?

Proibidos de fazer greve, policiais militares paralisaram as atividades no Espírito Santo após suas esposas e famílias bloquearem saídas de quartéis. Eles reivindicam reajustes atrasados e melhores condições de trabalho. O medo disparou nas ruas do Estado.

Por Leonardo Sakamoto*

Pés de barro do ajuste fiscal

A marca da conjuntura atual é a crise no serviço público como um todo, e não a crise na segurança em particular.

Por Vitor de Angelo

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