Repetidamente elogiado por analistas de mercado e colunistas de economia em razão da implementação de um duro ajuste fiscal no estado, o governador do Espírito Santo, Paulo Hartung, começa 2017 mergulhado no caos da segurança pública.
Rebeliões colocam em xeque eficiência de prisões privatizadas e modelo mercantilista. O mesmo que guia o governo nas reformas da Previdência e trabalhista e no teto de gastos públicos.
Por Tuga Martins, para Revista do Brasil
As centrais sindicais estão abertas ao debate sobre as reformas e apresentaram sua própria sugestão de reforma da Previdência, elaborada pelo Dieese. Mas entendem que elas devem avançar na direção de crescimento com desenvolvimento e mais igualdade.
Por Clemente Ganz Lúcio*
Está marcado para o dia 1º de fevereiro o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 22238 que impede, através de medida cautelar, a redução de jornada e de salários dos servidores públicos do estado do Rio de Janeiro. De acordo com o advogado do PCdoB Paulo Machado Guimarães, a cassação da ADI agrada ao governo Temer, porém para as políticas públicas e os trabalhadores terá efeito devastador. O ministro Teori Zavascki é o atual relator da ação.
por Railídia Carvalho
“When you lose your self respect, you are done for.”
Fala do personagem principal do filme: “I, Daniel Blake” (2016)
A crise do Rio de Janeiro virou um jogo de xadrez político, quem achar que é só um problema técnico já tem um lado nessa disputa.
Por Bruno Sobral*
O acordo que vem sendo costurado entre o governo de Michel Temer e o governo do Rio de Janeiro pode criar precedente para o início da extinção dos serviços públicos no país e a precarização dos trabalhadores do setor. A opinião é do secretário de serviço público da Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), João Paulo Ribeiro, o JP. Para ele, a crise nos Estados facilita que o Executivo exija o ajuste fiscal dos governadores.
Por Railídia Carvalho
O acordo que vem sendo costurado entre o governo de Michel Temer e o governo do Rio de Janeiro pode criar precedente para o início da extinção dos serviços públicos no país e a precarização dos trabalhadores do setor. A opinião é do secretário de serviço público da Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), João Paulo Ribeiro, o JP. Para ele, a crise nos Estados facilita que o Executivo exija o ajuste fiscal dos governadores.
Por Railídia Carvalho
“Uma vez li no Norberto Bobbio que você pode avaliar o grau de civilidade de uma sociedade pela forma com que trata as crianças, os velhos e os prisioneiros. Quanto mais selvagem e mais bárbara a sociedade, pior o tratamento que dá a essas categorias de pessoas, que são as que estão à mercê do Estado, e deveriam estar sob a proteção do Estado”. A afirmação é do economista Luiz Gonzaga Belluzzo que, em entrevista à Rede Brasil Atual, vê a aprovação da PEC 55 como parte deste cenário que interrompe o combate às mazelas do país.
Uma carta aberta ao governo do estado redigida por intelectuais, cientistas e artistas será apresentada nesta segunda-feira (9), às 18 horas, no Chalé da Praça XV, em Porto Alegre. O grupo pede a suspensão da extinção das nove fundações e defende a criação de um fórum de diálogo com a sociedade e especialistas. Avaliam, ainda, que os motivos financeiros alegados pelo Palácio Piratini são insuficientes para justificar a medida, que causará prejuízos ao patrimônio cultural e científico do estado.
Privatização, arrocho, demissões e ataques à estrutura que viabiliza a política pública nos Estados podem voltar à pauta do Congresso Nacional. Nesta quarta-feira (28), Michel Temer vetou trecho da proposta de renegociação da dívida dos Estados que excluiu a exigência de corte de gastos por parte dos governadores. Naquela ocasião, Temer foi derrotado pela pressão dos trabalhadores, da oposição e por boa parte da base aliada que votou contra o projeto original do Executivo
A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) classificou como um desastre para a ciência, para o Brasil e para os brasileiros a extinção de fundações vinculadas ao estado do Rio Grande do Sul por meio do chamado "pacotaço de Sartori". Nos dias 20 e 21 de dezembro, a Assembleia Legislativa gaúcha aprovou projetos do governador José Ivo Sartori (PMDB) que extinguiu nove fundações que se dedicam à pesquisa e divulgação científica nas áreas de saúde, agropecuária e meio ambiente.
A possibilidade de que quatro deputados da base do governo de José Ivo Sartori (PMDB) não estejam mais presentes na Assembleia Legislativa, a partir desta quinta-feira (22), fez com que a oposição começasse aposta de que o governo chegou ao limite do ‘pacotaço’.