Hoje o tempo está correndo contra o presidente Barack Obama e sua agenda de governo nos Estados Unidos. Na medida em que persiste a recusa dos Democratas na Câmara dos Deputados e no Senado em aceitar o compromisso fiscal negociado com a oposição pelo governante, ampliam-se as diferenças.
Ia escrever este texto antes, mas as inúmeras coisas que ficaram pendentes no pós-eleição me impediram. Mas não podia deixar de fazê-lo, porque os dois episódios quase simultâneos nos obrigam a refletir o que significaram a vitória de Lula, com a eleição de Dilma Rousseff e a derrota sem precedentes sofrida por Barack Obama e seu Partido Democrata.
O acordo de paz no Oriente Médio foi o assunto principal do discurso do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, na 65ª Assembleia Geral da ONU, em Nova York. Ele foi o segundo orador, depois do ministro brasileiro das Relações Exteriores, Celso Amorim, que substituiu o presidente Lula.
A British Petroleum anunciou nesta quinta-feira (15) que o vazamento de petróleo no poço no Golfo do México foi contido pela primeira vez desde o desastre, acontecido em abril. Após testes realizados, disse a empresa, o sistema instalado sobre o poço aberto "respondeu bem" e o fluxo de óleo cru foi estancado.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou nesta quarta-feira (23) a demissão do general Stanley McChrystal, comandante das tropas do Pacto Militar do Atlântico Norte (Otan) no Afeganistão. McChrystal fez críticas a Obama em uma entrevista dada à revista ‘Rolling Stone’ deste mês.
O jornalista Stephen Sakur bem que tentou, mas o presidente venezuelano, Hugo Chávez, não caiu em suas "armadilhas" durante entrevista para o programa Hard Talk. Ao ser perguntado se a Venezuela está em recessão por não crescer, Chavéz lembra que a situação do país se deu graças a uma crise mundial com origem nos EUA. Ao final, ao ser questionado sobre se vai se candidatar à reeleição em 2012, o presidente respondeu que está pronto para ocupar qualquer cargo que a revolução determine.
Com um comunicado final distribuído aos 47 participantes e com um discurso do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, foi encerrada nesta terça-feira (13), em Washington, a Cúpula de Segurança Nuclear, convocada pelo anfitrião e que terminou com a apresentação de um documento e de um plano de trabalho, enfatizando a necessidade de trabalhar com urgência por ações e medidas concretas para que a tecnologia nuclear não "caia em mãos erradas".
Os Estados Unidos e a Rússia possuem hoje, no total, cerca de 10 mil ogivas nucleares. Tal quantidade de armamento é suficiente para destruir o planeta 14 vezes. Na semana passada, os dois países acertaram um acordo de desarmamento que reduzirá o arsenal para 7 mil ogivas, aproximadamente. Aí as duas nações poderão destruir o mundo "apenas" 10 vezes.
O presidente dos Estados Unidos converteu em lei na manhã desta terça-feira (23) o projeto de reforma do sistema de saúde do país, em uma cerimônia realizada na Casa Branca. O cineasta Michael Moore, vencedor de um Oscar da Academia, falou com o site "Democracy Now" sobre o tema.
Barack Obama insistiu numa entrevista que é um “acérrimo defensor” do mercado livre – e Alan Maass diz que não existe razão para duvidar da palavra dele. Publicado no Socialist Worker.
As guerras do Afeganistão e do Iraque seguem tendências distintas, como mostra o gráfico que ilustra este texto. George W. Bush, que iniciou as duas, tinha forte preferência pelo Iraque. Deu errado. Terminou seu governo deixando ambas em banho-maria, exceto no discurso. Barack Obama diz que sairá do Iraque, no ano que vem, mas radicalizará no Afeganistão. Tampouco vai dar certo, como já começa a mostrar a aparatosa Operação Moshtarak.
Por Bernardo Joffily
Quais são os limites raciais para a ação de Barack Obama: suas próprias convicções ou a conjuntura política e social particular dos EUA?
Por Immanuel Wallerstein*