Na profusão de projeções nos quais alguns meios de comunicação, articulistas e analistas, são mais escancaradamente grossos e outros mais requintados – e diz um amigo que estes são os mais perigosos e atrasados, e não os primeiros – a vitalidade e perspectivas de uma estrutura social não são analisadas a partir do lugar que ocupa, ou do papel que cumpre, dentro da crise geral do sistema imperante e globalmente dominantes.
Do ponto de vista americano, Cuba lhes pertence, e está incluída na sua “zona de segurança”. Além disto, aos seus olhos, a posição soberana dos cubanos transforma a ilha num aliado potencial dos países que se propõem exercer influência no continente americano, de forma competitiva com os Estados Unidos. *
Nas ruas e praças do país, o povo fala pela sua Revolução. “Cuba é de todos”, “Não ao bloqueio”, “Não à intervenção” são afirmações que nosso povo há muito vem dizendo e repetindo em todas as tribunas que sobe.
“Sob a liderança dos Estados Unidos, forças imperialistas voltam à carga, com muita força contra Cuba. As notícias, como sempre, vindas dos grandes conglomerados de comunicação, chegam não apenas distorcidas, manipuladas, mas expressando um juízo de valor completamente distante da realidade”
Com tática bem definida de estrangular a economia cubana, preparando terreno para convulsões populares, o imperialismo mais uma vez investe em ataque à Revolução Cubana
O comentário semanal sobre geopolítica do Secretário de Relações Internacionais do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), Walter Sorrentino, analisa os últimos acontecimentos em Cuba e destaca a necessidade de reforçar a solidariedade à heroica ilha. Para o dirigente comunista, “A mãe de todas as dificuldades enfrentadas por Cuba é o Bloqueio”.
As manifestações em Cuba evidenciam uma tentativa do imperialismo de desestabilizar o país. Entre o povo, ecoam as palavras de Fidel em defesa da Revolução Cubana
Nota da Secretaria de Relações Internacionais do Partido Comunista do Brasil (PCdoB).
O Partido Comunista do Brasil (PCdoB), através de sua Comissão de Relações Internacionais, divulgou, nesta quinta-feira (24), uma nota saudando a vitória cubana na Assembleia Geral da ONU, que pela 29ª vez condenou o bloqueio promovido pelos EUA contra a heroica ilha caribenha. Leia, abaixo, a íntegra.
A Assembleia Geral da ONU aprovou nesta quarta-feira (23), com o apoio de 184 de seus Estados membros, uma nova resolução que pede o fim do bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos a Cuba. Votaram contra apenas os próprios Estados Unidos e Israel. Três países se abstiveram: Brasil, Colômbia e Ucrânia.
O resultado das eleições presidenciais no Irã e seus desdobramentos na política internacional são destaques na análise internacional da cientista política Ana Prestes desta quarta-feira (23). Outros temas também abordados são: as eleições francesas, o veto da UEFA ao pedido de iluminação do estádio Allianz Arena com as cores LGBT, a contestação de Keiko Fujimori ao resultado das eleições peruanas, a votação na ONU da resolução contra o bloqueio estadunidense a Cuba, a vacinação na China, o encontro entre Biden e Putin e o lançamento do livro que contará os bastidores do governo Trump no combate à pandemia.
O país caribenho assinalou este domingo o 58.º aniversário do início oficial da cooperação médica com outros povos. Nesse período, o pessoal da saúde da Ilha ajudou quase dois mil milhões de pessoas.