“Homens vão menos ao médico porque trabalham mais", com essa declaração o ministro da Saúde do governo interino, Ricardo Barros, gerou revolta nesta quinta-feira (11) na internet e entre entidades dos movimentos sociais. O ministro, que participava da criação de um plano para aumentar as estatísticas de atendimento a homens na rede pública de saúde do Brasil, ainda afirmou que o sexo masculino é o provedor da maioria das famílias".
Por Laís Gouveia
Com cartazes dizendo "A violência contra a mulher não tem hora marcada" e "Apanho sexta à noite e na segunda já perdi a coragem de denunciar" manifestantes sairam às ruas na Avenida Paulista neste domingo (7) reivindicando o funcionamento das Delegacias de Mulheres 24 horas por dia e 7 dias por semana. O coletivo, comporto por aristas, pressiona o poder público na alteração de funcionamento dos locais.
A segunda Marcha do Orgulho Crespo saiu às ruas de São Paulo neste domingo (7) resistindo a cultura afro-brasileira, em um país que ainda sofre pela imposição falsa da democracia racial e pela exaltação padrões estéticos europeus. Iniciativa da Hot Pente e pelo Blog das Cabeludas – Crespas e Cacheadas, a manifestação teve início no Vão livre do Masp, região central da capital paulista, seguindo para o Centro Cultural São Paulo, onde ocorreram shows e mesas de debates.
A Frente Brasil Popular ABC foi lançada sábado (16) com o intuito de unificar os movimentos sociais do ABC paulista na luta pela defesa de direitos sociais e trabalhistas, e contra o governo do presidente interino Michel Temer.
Para dizer não à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241, que pretende cortar 12 bilhões na já escassa área da saúde pública, movimentos, lideranças políticas e a sociedade civil organizada saem às ruas nesta quarta-feira (6) contra o desmonte das políticas sociais, denunciando a proposta que, caso seja aprovada, irá reduzir o atendimento à população e alterará o modelo de gestão do Sistema Único de Saúde (SUS).
Nesta terça-feira (28) é celebrado o Dia Mundial do Orgulho LGBT. Em visita à redação do Portal Vermelho, o presidente da União Nacional LGBT (UNALGBT), Andrey Lemos, analisa a conjuntura e comenta a respeito dos desafios a serem enfrentados para superar o preconceito e a exclusão, em um contexto de ascensão do conservadorismo e perseguição às minorias.
Por Laís Gouveia
O Conselho Nacional dos Direitos da Mulher, (CNDM), lançou um manifesto rechaçando as ações do governo ilegítimo Temer de desmonte das políticas sociais. Em nota, a entidade afirma que "o golpe a cada passo desmonta as políticas sociais, sobretudo com a Publicação da Nº 611/junho de 2016, que desmobilizou e inviabilizou por 90 dias todas as atividades dos Conselhos de Controle Social, vinculados ao Ministério da Justiça".
A juíza Tamara Hochgreb Matos negou indenização por danos morais para uma passageira do metrô de São Paulo que afirmou ter sofrido abuso sexual dentro de um vagão na Estação Brás, em outubro do ano passado. Para a juíza, que sexta-feira (17) negou o pedido de indenização, a vítima não teria demonstrado desconforto ou reagido durante o abuso.
Militante da causa LGBT há 33 anos, Toni Reis viu um mundo em transformação. Em 1990, a homossexualidade deixou de ser considerada doença pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Recentemente, celebrou-se o direito à união estável e à adoção de crianças por casais do mesmo sexo. Para ele, a LGBTfobia é a resposta conservadora a um novo comportamento social que não se enquadra mais no armário.
Por Laís Gouveia
Um atirador homofóbico, dezenas de vítimas e feridos em uma boate nos EUA e a asenção cada vez maior do fundamentalismo. O presidente da União Nacional LGBT (UNALGBT) Andrey Lemos, considera que, mesmo no século 21, o mundo ainda está no armário e a população LGBT enfrenta imensos desafios para conquistar o respeito à diversidade.
Por Laís Gouveia
O advogado de defesa da presidenta Dilma Rousseff, que está sendo julgada em processo de impeachment no Senado, José Eduardo Cardozo esclareceu em vídeo nesta segunda-feira (13), que a defesa dela está sendo cerceada.
Com a nomeação da ex-deputada Federal Fátima Pelaes (PMDB) como gestora da Secretaria de Política para as Mulheres, que declarou recentemente ser contra o aborto, inclusive em casos de estupro, diversos setores da sociedade denunciam o quão nocivo é a sua permanência na pasta, causando grandes retrocessos às políticas públicas para as mulheres.