Para questionar o machismo, o racismo e a invisibilidade social na história, o documentário "Mulheres Negras: Projeto de Mundo", lançado no último dia 12, traz depoimentos de nove mulheres negras que revelam o que significa habitar em pele negra.
Eles somam 51 milhões de brasileiros¹, tem opiniões próprias, a rebeldia consequente de contestar padrões e a sede por mudanças. Nesta quinta-feira (22), data que é celebrado o dia da Juventude, o Portal Vermelho conversou com jovens, de diversos seguimentos, que lutam por um Brasil mais justo e humano. Filhos da geração que foram às ruas contra a Ditadura Militar, eles relatam como enxergam a ruptura do regime democrático no Brasil e como enfrentar o período de retrocessos.
Por consequência do licenciamento da presidenta da União Nacional dos Estudantes (UNE), Carina Vitral, devido a compromissos eleitorais como candidata à prefeitura de Santos, a entidade será presidida pela primeira vez por uma mulher negra. A jovem Moara Correa conta ao Portal Vermelho nesta segunda-feira (19) um pouco da sua trajetória militante e os desafios da gestão, em um contexto de golpe e retirada de direitos.
Por Laís Gouveia
Para prestar apoio à Dilma e seguir lutando contra os retrocessos, a "Primavera das Mulheres", sairá às ruas, na próxima quarta-feira (19), no Rio de Janeiro. Dilma Rousseff foi presa e torturada durante a ditadura militar, venceu uma batalha contra o câncer e, recentemente, enfrentou centenas de parlamentares golpistas que aprovaram o impeachment, mas não conseguiram encontrar provas que manchassem a trajetória da primeira mulher a presidir o país.
Enquanto trabalhadores se mobilizam para barrar a reforma trabalhista defendida pelo governo Michel Temer, o Supremo Tribunal Federal, de certa maneira, se antecipou e, em uma decisão do ministro Teori Zavascki, fez com que um acordo coletivo firmado entre sindicato e empresa prevalecesse sobre o que diz a legislação. Para o presidente da Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Adilson Araújo, trata-se de um perigoso precedente, que pode resultar na destruição de direitos.
Os protestos dos trabalhadores brasileiros se intensificam em setembro na defesa dos direitos e contra o retrocesso simbolizado pelo governo de Michel Temer. As centrais de trabalhadores do país anunciaram ato nacional para o dia 22. Os bancários completam sete dias de greve e podem ter a companhia ainda neste mês dos trabalhadores das empresas de correios e dos petroleiros. No dia 29 de setembro, metalúrgicos de todo o país farão paralisação nacional.
Por Railídia Carvalho
O golpe parlamentar/judicial/midiático está consumado depois de longos capítulos de uma novela que já se sabia o final, pois a maioria dos atores, já tinham recebido para exercer apenas aquele script.
* Por João Pedro Stedile, na Caros Amigos
O golpe parlamentar/judicial/midiático está consumado depois de longos capítulos de uma novela que já se sabia o final, pois a maioria dos atores, já tinham recebido para exercer apenas aquele script.
* Por João Pedro Stedile, na Caros Amigos
O Conselho Nacional de Juventude (Conjuve) lança em setembro a quinta edição do Pacto pela Juventude. Neste ano, diante de um golpe de Estado, a organização se orienta pela defesa da democracia, radicalização dos espaços de participação e pela garantia de mais direitos para a juventude.
"A Democracia no Brasil está sendo respeitada? Estamos vivendo um golpe de Estado? "Estes foram alguns dos questionamentos de Jacques Alfonsin, da Rede Nacional de Advogadas e Advogados Populares (Renap), aos participantes do seminário Democracia, Direitos Humanos e Acesso à Justiça, realizado nesta quinta-feira (25) na Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Sul, no Centro Histórico de Porto Alegre.
Leia com calma: “A reserva de cotas para candidatos negros no serviço público federal foi estabelecida pela Lei 12.990/2014, em vigor desde sua publicação. A verificação das informações prestadas pelos candidatos cotistas ainda não estava padronizada, o que gerava contestações.
Mulheres independentes e ligadas aos movimento sociais reuniram-se nesta segunda-feira (15), na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), denunciando a cultura do estupro presente nos altos índices de violência contra a mulher no Brasil. As manifestantes reivindicam a saída do deputado federal Marcos Feliciano (PSC-SP) do seu cargo, por acusações de abuso sexual, e repudiam os quatro estupros que ocorreram na Vila Olímpica, onde se alojam os atletas que participam das Olimpíadas.