A esquerda bem informada
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Tag: Dólar

Bruno Peron: A queda do dólar e as políticas cambiais

Passados alguns meses em 2011, a cotação do dólar estadunidense caiu pouco mais de 5,5% frente ao real brasileiro. A moeda do país do Norte foi vendida a R$1,57 no início de abril, piso que não se alcançava há mais de dois anos e meio.

Por Bruno Peron*

Cuba desvaloriza peso conversível em 8% e o iguala ao dólar

Cuba desvalorizou em 8% o peso conversível e o igualou ao dólar norte-americano, em uma mudança de sua política monetária, vigente há seis anos, para enfrentar a crise econômica e perdas provocadas por furacões em 2008, anunciou nesta segunda-feira (14) o Banco Central em uma nota publicada no jornal Granma .

Chegou a hora de uma nova ordem monetária internacional

A contínua diluição das dívidas em dólar pede a mudança para uma nova ordem multidivisas. A defesa da revisão – pelos países ocidentais liderados pelos Estados Unidos – da forma como as atuais contas correntes são mensuradas expõe plenamente suas tentativas de transferir a responsabilidade dos desequilíbrios da economia global aos países que têm superavit no comércio exterior.

Por Zhang Monan, no China Daily

Hu Jintao: China coopera com EUA, mas dólar é “coisa do passado”

Em entrevista aos diários americanos Wall Street Journal e Washington Post, o presidente da China, Hu Jintao — que deve visitar Washington nesta semana —, enfatizou a necessidade de cooperação com os Estados Unidos em áreas que vão de novas fontes de energia à exploração espacial. Mas chamou "de produto do passado" o atual sistema monetário mundial dominado pelo dólar e citou medidas recentes para fazer do yuan uma moeda global.

BC anuncia medida para combater especulação com o câmbio

As instituições financeiras terão que recolher ao Banco Central (BC) 60% sobre o valor da posição de câmbio vendida que exceder US$ 3 bilhões ou o montante equivalente ao patrimônio de referência do banco. A medida tem o objetivo de ajudar a conter a queda do dólar.

Secretário do Tesouro dos EUA faz lembrar Keynes

Podemos dar-nos conta da fragilidade invisível da recuperação quando os governos começam a fazer propostas inviáveis. Os EUA apresentaram há uns dias a proposta mais surpreendente desde o fim da Segunda Guerra Mundial. Através de Tim Geithner, secretário do Tesouro, Washington sugeriu um esquema no qual cada país limitaria o volume dos seus excedentes na conta corrente. Até adiantou um limite de 4% do PIB.

Por Alejandro Nadal, no Informação Alternativa

O mundo diz não aos dólares "fake" dos EUA

Em bofetada que se ouviu em todo o planeta, a agência estatal chinesa de avliação de créditos acaba de reduzir a avaliação do crédito dos EUA e questionou os EUA como economia líder do mundo.

Por Eric Margolis, no blog Huffington Post

Fidel Castro: os sinos dobram pelo dólar

O mundo foi dominado pelo império mais pela economia e a mentira do que pela força. Obteve o privilégio de imprimir as divisas convertíveis ao finalizar a Segunda Guerra Mundial, monopolizava a arma nuclear, dispunha de quase todo o ouro do mundo e era o único produtor em grande escala de equipamentos produtivos, bens de consumo, alimentos e serviços a nível mundial.

Por Fidel Castro, no Granma

Fisk confirma a "desdolarização"

O plano para desdolarizar o mercado do petróleo, discutido em segredo e em público há pelo menos dois anos e amplamente desmentido ontem pelos suspeitos de sempre – a Arábia Saudita, como se esperava, entre os primeiros a desmentir – reflete o crescente ressentimento no Oriente Médio, Europa e China contra as décadas de dominação política e econômica pelos EUA.

Por Robert Fisk, para o The Independent

Whitney: Fisk tem razão, mas nem tanto

Robert Fisk acendeu o estopim com sua narrativa bombada que aparece na edição de terça do jornal britânico Independent, que se tornou viral durante a noite e se espalhou por todos os cantos da internet empurrando o ouro para U$ 1,026 a onça.

Por Mike Whitney, para o Counterpunch

Robert Fisk: A deposição do dólar tem data marcada

No movimento de mais profunda mudança financeira da história recente do Oriente Médio, os árabes do Golfo planejam – com China, Rússia, Japão e França – deixar de negociar com dólar nas transações do petróleo, trocando-o por uma cesta de moedas que incluirá o iene japonês e o iuan chinês, o euro, ouro e uma nova moeda unificada planejada para as nações no Conselho de Cooperação do Golfo, incluindo Arábia Saudita, Abu Dhabi, Kuwait e Catar.

Por Robert Fisk, para o The Independent

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