A Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) lançou uma nota na qual rechaça a edição de Medida Provisória (MP) apresentada em 22 de setembro pelo Executivo federal que tem como objeto a reforma do Ensino Médio. Confira abaixo a íntegra da nota:
O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) lançou neste semana uma simulação de como seriam os investimentos feitos pelo governo federal na saúde e educação, caso a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241 estivesse em vigor desde 2002.
Em enquete realizada pelo Senado, por meio da plataforma online e-Cidadania, a população brasileira rejeita a reforma do ensino médico proposta na Medida Provisória (MVP) apresentada pelo presidente ilegítimo Michel Temer (PMDB). A principal reclamação dos especialistas é a falta de debate sobre o assunto com a sociedade. Nesta terça-feira (27), mais de 45 mil pessoas – esta matéria já tinham se posicionado contra a medida, que é apoiada por pouco mais de dois mil internautas.
No dia 19 de agosto o jornal Valor Econômico publicou em seu caderno de infraestrutura um artigo dizendo que o futuro da Amazônia pode depender de uma terceira via de desenvolvimento baseada na inovação tecnológica de ponta, no conhecimento tradicional e nos ativos da biodiversidade. Seria uma estratégia para explorar o que a floresta tem de disponível de forma sustentável e com alto valor agregado.
Por Marcela Rodrigues*
Ministros da Educação durante o governo Dilma, Aloizio Mercadante, Renato Janine Ribeiro e Henrique Paim acreditam que a reforma do ensino médio apresentada por Mendonça Filho e Michel Temer pode acentuar a desigualdade no País.
Contra a Medida Provisória (MP) que propõe a reforma do Ensino Médio, encaminhada às pressas na última quinta-feira (22) pelo ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM-PE), movimentos sociais e secundaristas independentes ocuparam a Avenida Paulista, no início da noite desta segunda-feira (26), para dizer que não se sentem representados por um projeto que sucateia ainda mais a educação, é antidemocrático e penaliza professores e alunos.
O governo golpista de Michel Temer editou Medida Provisória com um pacote de reformas para o ensino médio sob a justificativa da necessidade de reduzir a elevada evasão e a qualidade nessa etapa da educação básica.
Por Paulo Pimenta*
Unidos à luta dos professores e dos trabalhadores, os estudantes realizaram nesta quinta (22), o Dia Nacional de Paralisação e Mobilização. Com ação em suas escolas, os jovens falam sobre o anúncio do Ministério da Educação que anunciou a reformulação do Ensino Médio por meio de uma Medida Provisória (MP), sem diálogo com os movimentos educacionais.
A direção do Sindicato APEOC lançou uma Nota Oficial sobre a reforma do Ensino Médio do governo de Michel Temer encaminhada ao Congresso Nacional na última quinta-feira (22). O documento faz uma análise crítica da proposta e aponta as arbitrariedades tanto da forma quanto do conteúdo do projeto.
O ministro da Educação, Mendonça Filho, integrante de um governo não legitimado pelo voto popular, anunciou uma ampla reforma no ensino médio por meio de uma Medida Provisória, o que significa que ela entrará em vigor no dia de sua publicação no Diário Oficial da União (no caso, neste dia 22 de setembro de 2016), sem diálogo ou reflexão.
Por Cleo Manhas e Marcia Acioli*
O Museu de Arte de São Paulo receberá nesta segunda-feira (26), as 17h, um ato em protesto contra a reforma educacional imposta pelo governo sem votos de Michel Temer. As mudanças arbitrárias apresentadas pelo governo golpista para o Ensino Médio vão ao encontro da política de retirada de direitos em curso nas áreas trabalhistas e nos direitos sociais. Secundaristas de São Paulo vão debater ocupações nas escolas do Estado contra a medida.
Pegou muito mal a medida provisória 746, com proposta de reformulação do ensino médio. Com a reação popular, o governo golpista se viu forçado a recuar. Principalmente por causa do retrocesso da MP. E a intenção de enxugar o currículo e de tornar as matérias de artes, educação física, sociologia e filosofia como facultativas.