Somar amplo apoio popular e político. Estes são os objetivos do PCdoB-CE que reuniu, no último sábado (02), o seu Grupo de Trabalho Eleitoral 2012 (GTE), constituído para auxiliar a direção estadual na construção do projeto eleitoral comunista no Estado. A disputa em Fortaleza está no centro do projeto dos comunistas cearenses.
Uma das personalidades homenageadas durante Sessão Solene da Assembleia Legislativa do Ceará realizada em Fortaleza nesta segunda-feira (04/07) para comemorar os dez anos do Estatuto da Cidade (EC), a professora da Universidade de São Paulo (USP), Ermínia Maricato conversou com o Vermelho/CE sobre as conquistas e os desafios da Lei 10.257/2001, que ajudou a construir.
Em Fortaleza para participar do 1º Encontro Cearense sobre Questões de Partido, realizado neste sábado (28), Walter Sorrentino, secretário Nacional de Organização do PCdoB, falou com o Vermelho-CE. Na entrevista, ele ressalta o atual momento político no Brasil, os desafios que deverão ser enfrentados pelos comunistas e ainda a importância de fortalecer os Comitês Municipais para a consolidação de um PCdoB cada vez mais forte.
Nesta segunda-feira, 25, o comunista Gilmar Tadeu tomou posse na Secretaria Especial da Copa da Prefeitura de São Paulo. O fato reflete uma mudança no cenário político paulista, ocorrida após a aproximação de Gilberto Kassab com a base de apoio do governo Dilma Rousseff, e indica novas possibilidades para a cidade e para o estado. Segundo o presidente do PCdoB na capital, Wander Geraldo, a movimentação do prefeito abre “espaços políticos diferentes dos predominantes nessas últimas duas décadas”.
À frente de um estado com 3,5 milhões de habitantes e com uma área de apenas 46 mil quilômetros quadrados, a quinta menor unidade da Federação, o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), tem como principal desafio desenvolver, de forma equilibrada, as 12 microrregiões que compõem o estado.
Poeta, cronista, facilitador de Biodança e autor de livros sobre Educação, o professor Tancredo Lobo fala da sua trajetória e sobre as influências de suas vivências na formação humana e política. Na entrevista, o professor destaca que o Partido Comunista contribuiu para a sua existência.
O professor Olival Freire Junior *, do Instituto de Física da Universidade Federal da Bahia, é o novo secretário do Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia do Ministério da Ciência e Tecnologia. Nesta entrevista ao Vermelho, Freire Jr. fala das atribuições do Conselho e da necessidade de conscientizar a sociedade para a importância de cobrar mais investimentos para a área, que é de extrema importância para o desenvolvimento social e econômico do Brasil.
No dia em que comemora 80 anos, o Diário do Nordeste traz uma reportagem exclusiva com o mestre do humor cearense. Recuperando-se dos problemas de saúde que o prenderam por quatro meses em um hospital, Chico Anysio recebeu jornalistas em sua casa para uma conversa franca sobre os momentos difíceis da doença e o sofrimento pelos rumos do time do coração, o Ferrim. Publicamos a seguir a íntegra da entrevista.
Visionário, desbravador, cientista, pesquisador. Por trás do jeito manso de falar, o cearense José Osvaldo Beserra Carioca é um gigante quando o assunto são energias renováveis. Referência nacional e internacional na área, a trajetória do professor Carioca pode ser confundida com a sua dedicação à pesquisa das energias renováveis no país tendo como foco o desenvolvimento sustentável.
O jovem comunista Juremar Oliveira foi eleito presidente do Conselho Estadual da Juventude (Cejuve) da Bahia pela segunda vez. A posse nos novos conselheiros aconteceu na tarde desta quinta-feira (31/3), na Assembléia Legislativa, local estratégico para o grande desafio da nova gestão: a aprovação do Plano Estadual de Políticas para a Juventude. Nesta entrevista ao Vermelho, Juremar Oliveira fala do aprendizado acumulado pelo Cejuve e das metas para a nova gestão.
“Se não houver marco regulatório, o PIG vai tentar derrubar a Dilma”, afirma o jornalista.
João Pedro Stédile, afirma que a reforma agrária andou a passos lentos com Lula e aposta que Dilma Rousseff faça mais pelo campo. Stédile é duro com o agronegócio, crítico da imprensa, irônico e firme com os Estados Unidos, mas cuidadoso quando fala do que foi o governo Lula e do que poderá vir a ser a gestão Dilma Rousseff. Reafirma, enfaticamente, que o MST não recebe dinheiro do governo e nem se considera partícipe dele. Admite decepções, mas se diz esperançoso com as perspectivas de futuro.