Guillermo Teillier, presidente do Partido Comunista Chile está confiante no bom desempenho de Gabriel Boric na presidência do Chile.
A contundente vitória de Gabriel Boric, de apenas 35 anos, o mais jovem e o mais votado presidente eleito no Chile, terá impacto na eventual campanha eleitoral de Lula no Brasil enquanto a derrota de José Antonio Kast, aliado de Jair Bolsonaro, isola o presidente brasileiro na região, avaliam dois dos analistas internacionais
Lideranças políticas brasileiras comemoram o avanço da esquerda em toda a América Latina, apontando para as dificuldades e isolamento de Bolsonaro em 2022.
Gabriel Boric é eleito presidente do Chile, apesar de ficar em segundo no primeiro turno, em eleição polarizada com extrema-direita.
As três principais pesquisas mostram Boric como favorito, com uma maior ou menor distância em relação a Kast
Na reta final, os candidatos fazem as últimas atividades públicas e Gabriel Boric leva vantagem na disputa
Marcado por traumas históricos, a violência política e a Ditadura Pinochet, o pleito é o primeiro com lideranças de setores considerados mais extremos e sem o protagonismo de Michelle Bachelet e/ou Sebastián Piñera
Pesquisa DataInfluye deu 47% por candidato aprovar Dignidade e 34% do candidato do Partido Republicano. Os números confirmam tendências demonstradas por outras pesquisas.
40,4% dos eleitores declaram voto em Boric, enquanto Kast não passa de 24,5%
Nenhum dos dois candidatos que foram ao segundo turno formou grandes maiorias, mas a polarização do resultado põe em evidência o terremoto político que o Chile vive
A exemplo do brasileiro, o representante da extrema-direita do Chile cultua ideias autoritárias e é inimigo dos direitos do povo
A intenção de voto dos dois candidatos à presidência do Chile é de 39%, segundo o instituto de pesquisas Cadem