A esquerda bem informada
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Tag: getúlio vargas

Reportagem especial lembra 60 anos do suicídio de Getúlio Vargas 

Os 60 anos do suicídio do ex-presidente Getúlio Vargas são abordados nessa entrevista do Jornal do Senado. O senador Pedro Simon (PMDB-RS) relembra os acontecimentos que chocaram o país no dia 24 de agosto de 1954. Segundo Simon, o suicídio foi um ato de heroísmo. Para o jornalista Lira Neto, autor da trilogia Getúlio, a ideia do “sacrifício” já aparecia nas anotações de Vargas em1930. Para o historiador Antonio Barbosa, o gesto de Getúlio adiou em 10 anos o golpe militar.  

PTB anuncia apoio à candidatura da presidenta Dilma Rousseff

O Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), que governou o Brasil na era Getúlio Vargas, oficializou nesta quarta-feira  (21) o apoio à reeleição da presidenta Dilma Rousseff. Em 2010, quando Dilma se elegeu presidenta, o PTB apoiou a candidatura do tucano José Serra, mas logo após o início do governo passou a integrar a base aliada no Congresso.

Câmara promove exposição sobre Getúlio Vargas 

Nesta quarta-feira (14), a Câmara dos Deputados inaugurou a exposição "Getúlio Vargas: o Político e o Mito", que mostra o legado e a biografia política do ex-presidente da República, um dos mais expressivos personagens da história política do País.  A exposição marca os 60 anos de morte do ex-presidente e os 69 anos de criação do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). Também houve sessão solene no Plenário da Casa para marcar a data.

Debate na Câmara marca os 60 anos da morte de Getúlio Vargas 

Na terça-feira (6), a Câmara promove debate sobre os 60 anos da morte de Getúlio Vargas, com a participação de políticos, jornalistas e historiadores. O evento, que acontece às 16 horas, no Salão Nobre, é parte da programação "60 Anos sem Getúlio Vargas", que lembra a morte do ex-presidente e a publicação de sua "Carta Testamento", em agosto de 1954. 

Getúlio, Jango e os dias que correm 

A derrubada violenta de Jango em 1964 foi antecedida, a exemplo do que se fez com Vargas, dez anos antes, de uma campanha midiática encharcada de ódio e acusações de corrupção contra o seu governo e a sua pessoa. 

Inácio registra lançamento de biografia de Getúlio 

O senador Inácio Arruda (PCdoB-CE) registrou, em discurso no Senado, esta semana, o lançamento do segundo volume da biografia de Getúlio Vargas, numa trilogia de Lira Neto. “Um cearense atrevido que assumiu a responsabilidade de fazer uma nova biografia de Getúlio. O primeiro volume é extraordinário. Recomendo a todos que leiam o segundo volume, que trata exatamente do período em que Getúlio chega ao Catete até a sua saída do Catete, em 1945, por um golpe também militar. É muito interessante!”

Saul Leblon sobre Vargas a Dilma: o parto de um novo ciclo

O Portal Vermelho reproduz artigo de Saul Leblon, publicado originalmente na Carta Maior, mas destaca que as questões históricas envolvendo a avaliação da tática do PCB sobre a Era Vargas, expostas pelo articulista, são temas controversos e em aberto na esquerda. E se decidiu pela publicação do artigo para favorecer o debate.

Brasil: um anacronismo chamado “direita”

"O senhor Getúlio Vargas, senador, não deve ser candidato à Presidência. Candidato, não deve ser eleito. Eleito, não deve tomar posse. Empossado, devemos recorrer à revolução para impedi-lo de governar" (Carlos Lacerda, em 1º. De junho de 1950, no jornal Tribuna da Imprensa)..

Por Flávio Aguiar – de Berlim

Mauro Santayana: Getúlio e a Nação dos brasileiros

A República – podemos deduzir hoje – não rompeu a ordem social anterior; deu-lhe apenas outra aparência. Seu avanço se fez na autonomia dos Estados, contida pelos constituintes de 1891, que temiam a secessão de algumas regiões, entre elas a do Sul do país, de forte imigração européia.

Por Mauro Santayana, na Carta Maior

Mauro Santayana: Vargas e a presença do Estado na economia

Em 24 de agosto de 1954, os homens de minha geração chegavam à maioridade. Naquele dia, pela manhã, cheguei ao Rio, enviado pelo Diário de Minas, de Belo Horizonte, a fim de cobrir o velório de Vargas e a reação do povo carioca ao suicídio do Presidente. A Presidente Dilma Rousseff era uma menina de seis anos. Não poderia saber o que significava aquele gesto de um homem que mal passara dos 70, e ocupara o centro da vida brasileira naqueles últimos 24 anos.

Por Mauro Santayana, em seu blog

Mauro Santayana: A frustrada desforra paulista em 1932

Todos os historiadores deveriam partir da advertência de Spinoza e buscar entender a realidade, antes de exercer a lisonja ou o ódio. Há oitenta anos, os paulistas se levantavam contra o governo Vargas, sob a bandeira da constitucionalização do país.

Brizola Neto: 1932 foi guerra da elite de SP contra trabalhadores

O ministro do Trabalho, Brizola Neto, afirmou nesta segunda-feira (9) que a Revolução Constitucionalista de 1932 foi uma guerra da elite de São Paulo para tentar impedir a ampliação dos direitos dos trabalhadores.

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