O Ministro do Supremo respondeu, durante entrevista ao jornalosta Reinaldo Azevedo, à declaração do ex-procurador Rodrigo Janot, que disse que intencionava matá-lo.
O ministro Alexandre de Moraes determinou nesta sexta-feira (27) a suspensão do porte de arma do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot e o proibiu se aproximar de qualquer ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes divulgou comentários sobre as entrevistas de Rodrigo Janot (ex-procurador Geral da República) , em que afirma ter ido armado ao Supremo Tribunal Federal (STF) com a intensão de matar o ministro.
O ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot – que lançará em breve o livro autobiográfico Nada Menos que Tudo – adiantou um dos trechos mais polêmicos da publicação. Em entrevista ao Estadão, Janot declarou que, no momento mais tenso de sua passagem pela Procuradoria, às voltas com a Operação Lava Jato, ele foi armado a uma sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) para matar o ministro Gilmar Mendes. “Não ia ser ameaça, não. Ia ser assassinato mesmo. Ia matar ele e depois me suicidar.”
Segundo o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), até novembro deverá levar a julgamento o pedido da defesa de Lula para anular os atos do ex-juiz e atual ministro da Justiça, Sergio Moro, nos processos contra o ex-presidente.
Lei de Abuso de Autoridade é conquista legislativa que deve ser comemorada, diz o ministro.
Gabriela Coelho
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes voltou a criticar a Lava Jato após divulgação de mensagens nesta sexta-feira (9). Segundo ele, os diálogos divulgados pelo site The Intercept mostram que procuradores federais tentaram ganhar dinheiro com a Operação. Gilmar diz que Judiciário vive “maior crise” desde a redemocratização.
Para o ministro Gilmar Mendes, do Supremo, a Justiça Federal e a Procuradoria Geral da República, “instituições de elite do sistema”, estão sendo “fortemente” atingidas pelas mensagens atribuídas ao ministro Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública), ao procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato no Paraná, e a outros procuradores. Gilmar defendeu “uma reinstitucionalização”.
Procuradores da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba viram o resultado do primeiro turno da eleição de 2018 como uma oportunidade para tentar articular o impeachment do ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal). É o que revelam mensagens enviadas por fonte anônima ao site The Intercept Brasil e analisadas em parceria com o UOL. A nova leva de vazamentos mostra como Gilmar, alvo constante de ataques desses procuradores, era tratado como inimigo da Lava Jato.
Em entrevista ao blog do Josias, publicado no UOL, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes disse nesta quarta-feira (7) que no “momento já se pode fazer perícia" para atestar a autenticidade dos diálogos extraídos por criminosos dos celulares de autoridades.
Novo vazamento divulgado em parceria do Intercept Brasil com o Portal UOL revelou nesta quarta-feira (7) que o procurador Deltan Dallagnol usou o partido Rede de Sustentabilidade para apresentar uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) no Supremo Tribunal Federal (STF) para impedir que Gilmar soltasse presos em processos que ele não fosse o juiz da causa natural.
Procuradores da Operação Lava Jato em Curitiba fizeram um esforço de coleta de dados e informações sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, com o objetivo de pedir sua suspeição e até seu impeachment. Liderados por Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa, procuradores e assistentes se mobilizaram para apurar decisões e acórdãos do magistrado para embasar sua ofensiva, mas foram ainda além.