Redução em comparação com março de 2025 ocorre como consequência do fechamento do estreito de Ormuz, adotado pelos iranianos como estratégia de legítima defesa
Enquanto Washington proclama o fim da marinha iraniana, Teerã utiliza resistência assimétrica para desafiar bloqueio e chantagem econômica
Conflito com o Irã expõe recuos de Trump, frustração militar e isolamento internacional, consolidando cenário de desgaste para EUA e Israel
Porto de Jebel Ali, nos Emirados Árabes, o maior do Oriente Médio, teve operação suspensa; estreito de Ormuz é fechado e petroleiros ancoram no Golfo Pérsico
Mobilizações que prometeram democracia favoreceram interesses geopolíticos alinhados aos EUA
Parlamento iraniano responde aos ataques dos EUA com medida que pode paralisar 20% do fluxo mundial de petróleo. Europa e mercados são pressionados a se posicionar diante de nova escalada no Oriente Médio
Mais: Notícias sobre o conflito na Ucrânia / Golfo Pérsico terá força naval conjunta / EUA – Demissões cresceram 315% / Globo pede ajuda para site opositor na Venezuela.
Os fatores que levaram à invasão do Capitólio nos EUA por apoiadores de Donald Trump e a repercussão na política americana são os destaques da análise da cientista política Ana Prestes. O recorde de mortes diárias por Covid-19 e o não julgamento de policiais no caso em que Jacob Blake foi baleado pelas costas são outros temas que ocorreram nos EUA. A posse dos novos parlamentares na Venezuela, a manutenção do cárcere de Julian Assange e o fim do boicote comercial ao Catar são completam a nota desta quinta-feira (7).
O Irã anunciou nesta quinta-feira (20) ter derrubado um avião não tripulado dos Estados Unidos que serviria para operações de espionagem perto do Estreito de Ormuz, onde vários incidentes foram registrados no mês passado. Segundo comunicado emitido pelos Guardiões da Revolução do Irã, o drone, do tipo RQ-4 Global Hawk, entrou no espaço aéreo iraniano na madrugada desta quinta, sobrevoando a região de Koohe Mobarak, na província de Hormozgan, no sul do país.
Conselho Mundial da Paz denuncia a corrida por uma nova guerra no Golfo Pérsico, apoiando a paz justa e exigindo o fim das manobras imperialistas na região
Os países do GCC (Conselho de Cooperação do Golfo) condenaram os crimes de guerra e o terrorismo praticado por Israel contra o território palestino da Faixa de Gaza. Durante uma reunião na noite desta quarta-feira (13), na cidade portuária de Jidá, os representantes dos países que compõem o grupo exigiram o fim da agressão, o levantamento imediato do bloqueio promovido na região e a restauração da vida natural de seus moradores.
O Ministério de Assuntos Exteriores da República Islâmica do Irã criticou, nesta segunda-feira (1º/7), a declaração conjunta da União Europeia (UE) e do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG), emitida em Manama, capital do Bahrein, sobre o suposto envolvimento do Irã no conflito na Síria, sobre o seu programa nuclear e pelo “cumprimento das resoluções do Conselho de Segurança” (também fonte de inúmeras sanções contra o país), com uma postura “mais construtiva na região”.