“Alguns países do Golfo Pérsico apoiam os planos dos Estados Unidos na região e isso prejudica os países da região”, afirmou neste sábado (27) o presidente da Comissão de Segurança Nacional e Política Externa da Assembleia Consultiva Islâmica do Irã, o parlamento nacional, Alaedin Boruyerdi.
Neste sábado (23), o Irã obrigou um drone imimigo a aterrissar. O artefato estava direcionado para penetrar na zona pública da maior manobra militar das Forças Terrestres do Corpo dos Guardiães da Revolução Islâmica (CGRI) do Irã, denominada “Payambar-e Azam-8” (Grande Profeta 8), realizada na região leste do país persa.
O Irã pode garantir a segurança do Golfo Pérsico com as capacidades regionais, asseverou o presidente Mahmud Ahmadinejad, que qualificou a presença militar estrangeira na área de desestabilizadora, segundo informaram meios oficiais.
A Quinta Frota Naval estadunidense começou o primeiro e mais extenso exercício militar em águas do Golfo Pérsico com a participação de fuzileiros navais de 30 países, que têm o objetivo de aperfeiçoar suas capacidades no manejo de minas marítimas.
O Irã controla o Golfo Pérsico e o Estreito de Ormuz, assegurou neste sábado (14) o contra-almirante Ali Fadavi, chefe da Armada do Corpo de Guardiães da República Islâmica (CGRI).
Uma investigação do Bureau of Investigative Journalism, parceiro da agência APública, revelou que pelo menos 27 ataques envolvendo mísseis cruzadores, aeronaves, aviões não tripulados ou bombardeios navais aconteceram na volátil nação do Golfo Pérsico até agora, matando centenas de "supostos militantes ligados à facção regional da Al-Qaeda".
Por Chris Woods e Emma Slater*
Seguindo o exemplo Saudita, as monarquias do Conselho de Cooperação do Golfo Pérsico (CCG) podem cancelar sua observação na Síria. O jornal Kuwait Qabas publicou nesta terça-feira (24) um artigo no qual citou fontes diplomáticas – não identificadas -, segundo as quais, os Estados árabes do Golfo já anunciaram sua retirada da equipe observadora da Liga Árabe, que eles mesmos pressionaram para que a Síria aceitasse.
Os Estados Unidos responderão através da força caso o Irã tente bloquear o estreito de Ormuz, passagem estratégica para o tráfego marítimo de petróleo, afirmou neste domingo o chefe do Pentágono, Leon Panetta, evocando uma "linha vermelha" que não deve ser ultrapassada.
A Grã-Bretanha enviou seu mais recente navio de guerra ao Golfo para realizar uma primeira missão, prevista há mais de um ano, mas que se realiza em um contexto de tensões entre as potências ocidentais e o Irã com relação ao estreito de Ormuz.
O Irã afirmou na terça-feira (27) que as manobras militares Velayat 90 contêm uma mensagem de paz para o Oriente Médio e assegurou que suas forças navais estão prontas para realizar exercícios conjuntos com outras nações da região.
Quem tenha acreditado que a Primavera Árabe tomaria o Golfo Pérsico e aquelas terras conhecidas antigamente como Arabia Felix[1] tem hoje muitos motivos para afundar em tristeza.
Por Pepe Escobar, no Asia Times Online
Depois de três dias de protestos no Bahrein, no Golfo Pérsico, líderes da oposição avisam que as manifestações contra a monarquia de Hamad Bin Isa Al Khalifa vão se intensificar. Os protestos tiveram continuidade nesta quinta-feira (17).