A Justiça da Guatemala anunciou que vai processar por genocídio e crimes de guerra José Efraín Ríos Montt, de 85 anos, apontado como ex-ditador do país (1982-1983). No entanto, Montt será mantido em prisão domiciliar devido à idade. A Justiça impôs ainda a Montt uma fiança de cerca de US$ 62 mil como medida de segurança para garantir que ele não fugirá. Ele também está proibido de se comunicar com pessoas envolvidas no processo.
A repórter do The Miami Herald, Frances Robles, recebeu informação de que em Honduras havia prisões onde os presos tinham a liberdade de deixar a reclusão para cometer crimes, sendo que quem patrocinava os ilícitos eram os próprios chefes carcereiros. Frances viajou a este país centro-americano para descobrir que a situação havia se deteriorado de tal maneira que o motivo que a levou a realizar sua cobertura ficou pequeno.
Por Salvador Camarena*, em seu blog no El País
O Estados Unidos deportaram, ao longo de 2011, 29.678 guatemaltecos que trabalhavam e residiam no país, um número 2% maior que em relação ao ano anterior, informaram fontes oficiais.
A Guatemala realizou, no domingo (6) eleições para definir o futuro presidente do país. O candidato Otto Pérez Molin do direitista Partido Patriota (PP), teve 54,89% dos votos válidos, uma diferença de 9,78 pontos com relação a seu opositor, Manuel Baldizón. A questão é: por que em um país tão pobre e vitimizado, a direita venceu as eleições?
Pela primeira vez depois de 26 anos, a Guatemala voltará a ter um governo comandado por um militar. O general da reserva Otto Perez Molina, de 61 anos, foi eleito neste domingo (6) novo presidente do país, com 54,89% dos votos válidos. A Justiça Eleitoral da Guatemala confirmou o resultado das eleições.
Atingidos pelo crime organizado e pela miséria, milhões de guatemaltecos elegem neste domingo um presidente entre dois direitistas que tentam substituir Álvaro Colom, o primeiro social-democrata em meio século e que fracassou em resolver os problemas do país.
O Escritório do Alto Comissariado da Organização das Nações Unidas (ONU) para os Direitos Humanos na Guatemala expressou sua preocupação com o aumento do número de linchamentos no país.
As autoridades guatemaltecas iniciam já sua preparação para garantir tranquilidade durante a votação do dia 6 de novembro para presidente da República, mas os partidos políticos são chamados hoje à ordem.
Com quase 90% dos votos apurados, as eleições gerais realizadas domingo na Guatemala mantêm a tendência que prevê um segundo turno, a ser realizado em 6 de novembro. A disputa deve se dar entre o candidato do Partido Patriota, Otto Pérez Molina, que obteve até então 36,18% dos votos, contra Manuel Baldizón, da Liberdade Renovada (Líder), que ocupa o segundo lugar com 23,36%.
Otto Pérez Molina e Manuel Baldizon podem ir ao segundo turno para definir o presidente da Guatemala, segundo os primeiros resultados das eleições realizadas no domingo (11), fornecidos pelo Tribunal Supremo Eleitoral (TSE).
Pela primeira vez na história recente, os 7,3 milhões de eleitores na Guatemala irão às urnas neste domingo (11) para escolher o futuro presidente da República sem ter um candidato apoiado pelo governo. Em meio às incertezas, o país vive também um período de tensão por causa da violência gerada pelo narcotráfico e os cartéis mexicanos, que usam o país como rota para suas atividades.
No domingo (11), a Guatemala realizará eleições para definir o novo presidente do país. Até o momento, segundo as pesquisas de opinião, o ex-general Otto Pérez Molina lidera com 42,6% das intenções de voto, seguido pelo empresário Manuel Baldizón, com 26,2% O cenário eleitoral, porém, é bastante incerto e para alguns até mesmo "perigoso".