Alimentos básicos e conta de luz voltam a subir e puxam o índice, que acumula alta de 4,64% no período de 12 meses
O IBGE divulgou os dados do IPCA-15 em que se observa aceleração dos preços nos grupos de alimentação e transportes, impactados pelo aumento dos combustíveis com a guerra
Transportes e lazer seguem pressionando preços. O índice caiu de 5,32% para 4,84% no acumulado em 12 meses
Prévia da inflação em agosto ficou negativa em 0,14%. É o menor índice desde setembro de 2022 e a primeira deflação desde julho de 2023
Com IPCA-15 de junho em 0,26%, ações para conter a alta dos alimentos mostram efeitos, puxando para baixo a prévia da inflação oficial
IPCA-15 é de 0,36%, menor índice para maio desde 2020, mas mercado apostava em, no mínimo, 0,38%. Da mesma forma, estimativa de 2,02% para o PIB teve de ser revista para 2,14%
IPCA-15 de março reduz 0,59% em relação a fevereiro e fecha em 0,64%, surpreendendo o mercado. Nos alimentos, ovo de galinha, tomate e café moído elevam a inflação
No acumulado de 12 meses, indicador desacelerou de 4,71% em dezembro para 4,50%, conforme o IBGE
Economistas consultados pelo Vermelho ressaltam a sazonalidade dos aumentos e a necessidade de respostas alternativas ao problema, em vez da simples contenção do consumo
O resultado do IPCA-15 de setembro representa uma desaceleração em relação ao mês anterior, quando o índice ficou em 0,19%, e veio bem abaixo das expectativas de mercado
Segundo o IPCA-15, preços da alimentação no domicílio desaceleraram, enquanto fora do domicílio tiveram elevação mais forte
Este é o menor valor do índice medido pelo IBGE, para o mês de abril desde 2020. Registro mostra que no acumulado de 12 meses a variação está em 3,77%