O deputado federal Márcio Jerry (PCdoB-MA) ironizou o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), suspeito de estar envolvido em mais um esquema […]
Decisão proibiu exibição de documentos que apontam o envolvimento de Flávio Bolsonaro no esquema de “rachadinha” montado na Alerj
Decisão do presidente do STF atinge apurações sobre lavagem de dinheiro e caixa dois eleitoral
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta quinta-feira (8), que não irá deixar de cumprir a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) e que a mesa diretora da Casa decidirá sobre a perda de mandato do deputado Paulo Maluf (PP-SP), preso em Brasília desde dezembro do ano passado por lavagem de dinheiro.
Especializado no combate à evasão de divisas e lavagem de dinheiro, o desembargador federal explica como criminosos operam no anonimato.
A causa contra Mauricio Macri por um suposto esquema de lavagem de ativos através das suas empresas offshore avançou mais um importante degrau. O promotor Federico Delgado tirou as primeiras conclusões sobre a empresa Fleg, a sociedade radicada em Bahamas cujas negociatas vem sendo reveladas pelas reportagens do Página/12 desde abril.
Por Martín Granovsky, para o Página/12
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, solicitou ao Supremo Tribunal Federal a abertura de inquérito contra o presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG). A solicitação, baseada na delação premiada do senador Delcídio Amaral, tem como objetivo apurar eventuais crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro relacionados ao esquema de propina em Furnas.
A Justiça francesa condenou o deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) a três anos de prisão por lavagem de dinheiro em grupo organizado. Segundo informações da Procuradoria-Geral da República (PGR), o crime foi cometido de 1996 a 2005 na França. A esposa do deputado, Sylvia Lutfalla Maluf e o filho dele, Flávio Maluf também foram condenados pelo mesmo crime.
Em contundente discurso na tribuna da Câmara, nesta quinta-feira (18), o deputado Zé Geraldo (PT-PA), desafiou o juiz Sério Moro, o Ministério da Justiça e a Polícia Federal a investigarem a mansão da família Marinho, dona da Rede Globo, em Paraty (RJ), registrada em nome de uma empresa que possui vínculo com a offshore panamenha Mossack Fonseca, suspeita de ser uma firma especializada em operações de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio.
Segundo matéria publicada no jornal O Estado de S. Paulo, nesta segunda-feira (11), “a força-tarefa da Operação Lava Jato, em Curitiba, investiga qual foi o papel de um grupo de bancos privados em crimes financeiros envolvendo contratos avaliados em US$ 15 bilhões entre o grupo Schahin e a Petrobras”.
A Justiça Federal do Paraná determinou que seis suspeitos de terem participado de contratos fraudulentos tenham as contas bancárias bloqueadas. De acordo com a decisão da Justiça, o limite do bloqueio atinge R$ 20 milhões para cada um dos investigados.
O Ministério da Saúde informou que suspendeu nesta sexta-feira (10) os pagamentos à agência de publicidade Borghi/Lowe, contratada em processo de licitação em 2010. A empresa é investigada na Operação Lava Jato da Polícia Federal (PF), por suspeita de ter feito pagamento de proprina ao deputado cassado André Vargas (sem partido-PR).