A presidente de fato da Bolívia, Jeanine Áñez, reconheceu nesta segunda-feira (19) a derrota da direita nas eleições gerais deste domingo, nas quais saiu vitoriosa a chapa do Movimento ao Socialismo (MAS).
Hoje, como diz uma velha canção, para o povo o que é do povo”, comemorou Luis Arce, cuja vitória eleitoral ainda não foi oficializada mas já é reconhecida por todos.
Em El Alto, “quartel general” do Movimento Ao Socialismo (MAS), uma multidão enfrentou o rigor do frio para acompanhar os candidatos à presidência e à vice no próximo domingo
Sociólogo Juan Carlos Pinto Quintanilla denuncia presença de dezenas de assessores da OEA e da USAID para interferir no pleito deste domingo.
As eleições presidenciais bolivianas do próximo domingo (18) serão decisivas para a democracia em toda a América Latina, na opinião do Secretário de Relações Internacionais do PCdoB, Walter Sorrentino, em seu comentário semanal em vídeo.
Durante massivas concentrações em Oruro e Challapata para celebrar a descolonização do país, o candidato do Movimento Ao Socialismo exortou os bolivianos a derrotarem o retrocesso neoliberal
A Rede de Comunicação Popular divulgou com nome, sobrenome e posto militar, a tropa que estaria sendo mobilizada por golpistas para realizar atos terroristas antes, durante e depois das eleições.
Em duas semanas, eleições. Esquerda, afastada pelo golpe, é favorita – mas haverá tentativa de impedi-la. Por que o pleito pode alterar o equilíbrio de forças no continente. O que a derrota de 2019 pode ter ensinado a Evo Morales e ao MAS.
Documentos mostram que direita pretende fazer atentados terroristas sob bandeira da esquerda para cancelar a eleição.
Durante ato em São Paulo manifestantes exigiram respeito ao voto e também condenaram golpistas e fraude da OEA
No Salar de Uyuni, o candidato do Movimento Ao Socialismo (MAS) à presidência da Bolívia, conclamou a todos irem às urnas no dia 18 de outubro “em defesa do ouro branco, ameaçado pelas transnacionais”
“Lei não impede golpe, é preciso fazer valer direito ao voto na Bolívia”, afirma Juan Carlos Pinto Quintanilla