Desde que começou a campanha eleitoral para nos Estados Unidos, especialistas em política internacional não previram “nada de bom” para a América Latina no caso de triunfar qualquer um dos dois candidatos – Hillary Clinton e Donald Trump – e muito menos com a vitória da segunda opção. O cientista político alemão Andreas Boeckh, professor emérito da Universidade de Tübingen, havia advertido: “nenhum dos dois candidatos estão para que a América latina celebre”.
O triunfo de Donald Trump nas eleições presidenciais dos EUA é um risco para todo o mundo, disse na madrugada desta quarta-feira a presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado do México, Gabriela Cuevas Barron.
Quando Donald Trump foi anunciado como novo presidente dos Estados Unidos, imediatamente a imprensa mexicana reagiu apreensiva. O jornal El Universal anunciou que a moeda local, o peso mexicano, está “em queda livre”.
O muro sonhado por Donald Trump é de ferro e pode ser tocado. É frio de manhã e ardente ao pôr do sol. O muro mais desejado tem três metros de altura, é áspero ao tato e está oxidado, o que permite olhar através do metal para saber que, do outro lado, há apenas campos.
Se no Brasil 31 de novembro é o “Dia do Saci” – ou pelo menos deveria ser, e não Halloween – no México a festa das lendas é no dia seguinte. Para o povo mexicano, nos dias 1 e 2 de novembro a morte não está relacionada à perda, tristeza ou obscuridade, mas sim à festa. É quando se celebra o “Dia de Los Muertos” (Dia dos Mortos), que na crença popular, os mortos voltam ao mundo para se reencontrar com seus entes queridos.
É uma tarde de sábado. Da cidade de Tijuana, Sergio Tamai, ativista pelos direitos de pessoas migrantes, resume a nova crise nessa parte da fronteira do México com os Estados Unidos. “O governo já passou dos limites, por mais que tentem esconder, já não conseguem, e a situação vai estourar em suas mãos”, advertiu.
O presidente da Comissão Nacional de Direitos Humanos (CNDH) do México, Luis Raúl González Pérez, afirmou nesta terça-feira (27) aos pais dos 43 estudantes desaparecidos há dois anos em Ayotzinapa, no México, que a entidade continuará insistindo, junto ao governo de Enrique Peña Nieto, para avançar nas investigações e apurar a verdade sobre o crime.
Integrantes da CNTE (Coordenadoria Nacional de Trabalhadores da Educação) do México e a Secretaria de Governo do país alcançaram, na noite desta segunda-feira (11), seu primeiro acordo para o conflito em torno da reforma educacional imposta pelo presidente Enrique Peña Nieto.
"Kama apyejy! Kama apyejy! Kama apyejy!" Nas montanhas de Juárez, no Estado mexicano de Oaxaca, só os mais velhos se lembravam de ouvir o antigo grito de guerra do povo Mixe.
António Santos, no Jornal Avante
O massacre de professores em Nochixtlán, no estado de Oaxaca, aprofunda as certezas sobre o terrorismo de Estado que opera o México sob uma fachada democrática. O interessante aqui é deixar clara a ação do governo contra as liberdades e garantias que deveria assegurar qualquer Estado de Direito.
Por Silvina Romano*
A repressão mortal do governo mexicano ao protesto do sindicato dos professores chacoalhou a nação nos últimos dias, enquanto 200 mil médicos se integraram ao protesto nacional contínuo contra as reformas neoliberais do presidente Enrique Peña Nieto.
Por Lauren McCauley
O presidente do México, Enrique Peña Nieto, afirmou na semana passada que os consumidores de maconha devem ter permissão de transportar maiores volumes da planta. Além disso, o presidente opina que aqueles que foram condenados por infrações menores relacionadas com a maconha devem ser libertados.