No inquérito do MP que levou o ex-assessor de Flávio Bolsonaro à cadeia, o senador e primogênito do presidente é tido como chefe da organização criminosa
Queiroz é acusado de ser o responsável por gerenciar as “rachadinhas” dos salários de servidores dos gabinetes da família Bolsonaro
Queiroz é investigado, junto com Flávio, pelo esquema de ‘rachadinha’ montado na Assembleia Legislativa do Rio, quando este ainda era deputado estadual
Os oito ministros presentes ao julgamento votaram para que o caso permaneça sob alçada da Polícia Civil do RJ. Família de vereadora comemorou.
Perfil fazia sucesso com críticas ácidas a Bolsonaro. Reaberto em novo endereço, a nova página foi ativada no domingo (22)
A polarização e a radicalização do Brasil chegam às raias do absurdo, do inaceitável e do imponderável.
O vilipêndio de cadáver é considerado um crime de desrespeito aos mortos, especificado no artigo 212 do Código Penal Brasileiro
Embora o nome de Adriano não conste no inquérito que apura a morte da vereadora, ele vinha sendo relacionado ao assassinato por ser o suposto chefe do Escritório do Crime
Mônica Benício afirma que, com a morte do miliciano Adriano da Nóbrega, ex-capitão do Batalhão de Operações Especiais (Bope), o caso fica mais difícil de ser elucidado.
O deputado federal Márcio Jerry (MA) reagiu ao mais novo ataque de Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) ao PCdoB, que acusou a sigla de estar escondendo o comunismo. “Defensor de milicianos, ditadura e AI-5 , deputado Eduardo Bolsonaro se incomoda com o Movimento 65″, disse Jerry
Ação tem sido orquestrada por grupos ligados a Bolsonaro
As revelações de que Eduardo Bolsonaro lidera o chamado “gabinete do ódio”, que ataca nas redes sociais de opositores e os “inimigos” do clã Bolsonaro, geraram revolta e indignação na Câmara dos Deputados.