É a 42ª honraria recebida por Lula, que relembrou avanços educacionais, defendeu diálogo Sul-Sul e celebrou os 50 anos das relações Brasil–Moçambique
Ao Portal Vermelho, Filipe Paunde, da Frente de Libertação de Moçambique, fala sobre as manifestações que destruíram a economia e elevaram a pobreza no país
Mais: A peculiar visão dos EUA da ordem global baseada em regras / Moçambique – Desmobilizada a última base da Renamo / Twitter já tem candidato nos EUA, entre outras.
Não entregar a ajuda necessária a tempo pode colocar a meta de emissões globais líquidas zero até 2050 fora do alcance e, fatalmente, minar a fé no esforço mundial para conter as mudanças climáticas.
Um dos fundadores da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO) e o seu primeiro presidente, Eduardo Mondlane (1920-1969), barbaramente assassinado pelo colonialismo português, é hoje um símbolo maior da unidade nacional do povo moçambicano.
No mês passado, o ciclone Idai devastou o sudeste da África, causando mais de mil mortes. Milhões de pessoas ainda lutam para sobreviver, relata a ativista humanitária Ninja Taprogge, em entrevista à DW.
A visão de uma criança moçambicana do dia 25 de abril, em que Moçambique deixou de ser explorada como colônia por Portugal, agora livre do fascismo
Por Manuel Roberto*
O Presidente de Moçambique vai propor alterações na Constituição para redistribuir o poder nas províncias, uma decisão destinada a assegurar um acordo de paz duradouro com o maior partido da oposição
Manifestantes atacam escritórios do Governo pela libertação de presos acusados de espalharem boatos. Os "anamawula" são supostos vampiros que absorvem a vida dos pobres para vendê-las aos ricos; por trás da lenda, contudo, se esconde uma disputa política com raízes históricas
A trégua de sete dias entre o opositor Resistência Nacional Mozambicana (Renamo) e o governante Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo) traz hoje esperanças de paz permanente para o país.
Moçambique não está em guerra mas existem alguns conflitos armados entre forças do governo e as do maior líder da oposição. Afonso Dlhakama, lider da Renamo, não aceita os resultados eleitorais afirmando que o processo não decorreu de forma clara e transparente e exigindo a sua repetição, que nunca se verificou. Terá decidido, por isso, tomar pela força algumas províncias onde acredita ter ganho.
Registaram-se mais ações armadas em diferentes zonas do Centro e Norte de Moçambique. Atribuídos a bandos da Renamo, os ataques a comboios de carvão e a viaturas civis, os assaltos a centros de saúde e postos administrativos, os raptos e assassinatos de civis, ocorreram nas províncias de Sofala, Zambézia, Tete e Niassa.