Margaret Thatcher, antiga primeira-ministra do Reino Unido, morreu nesta segunda-feira (8), aos 87 anos. Ela liderou o governo britânico pelo Partido Conservador de 1979 a 1990, em plena Guerra Fria, e defendeu arduamente medidas neoliberais em um contexto dominado pela Doutrina Reagan, do ex-presidente dos EUA Ronald Reagan, em que foram intensificadas as medidas imperialistas para combater a influência da União Soviética no mundo.
A restauração conservadora fareja frestas e flancos para romper o colar de governos de centro-esquerda que, nos últimos dez anos, estendeu suas contas formando um cinturão de políticas progressistas no interior da América Latina.
Por Saul Leblon*, na Carta Maior
No momento em que o PSDB paulista negocia espaço na direção nacional da sigla, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, defendeu nesta segunda-feira (18), após o congresso estadual do tucanato, que a direção do partido tenha representantes de "todas as suas lideranças".
Dias depois do golpe de 1964, os esbirros da ditadura prenderam um grupo de chineses que compunham uma delegação comercial em visita a nosso país. Os energúmenos fardados que para gáudio dos milionários, das marchadeiras e outros clérico-fascistas, tinham derrubado o que chamavam o governo comuno-peleguista de João Goulart, anunciaram tratar-se de mais uma prova do perigo de uma“ditadura comunista”.
Por João Quartim Moraes*
A pós-modernidade e o neoliberalismo elaboraram um receita velhacamente eficaz e
algumas idiotices brilhantemente sublimes.
Por Roberto Cunha*
Os países da América Latina e do Caribe fizeram história ao acordar na Rivera Maya, México (2010), a constituição da Comunidade dos Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac).
Por Ángel Guerra Cabrera*, na Adital
O PIB de 2012 pode chegar a 1,64% diz o Banco Central, bem acima do pibinho de 1% alardeado pelos “pessimistas”. O debate se acentua e os trabalhadores precisam estar atentos a ele.
Por José Carlos Ruy
A mudança de paradigma dos bancos centrais na América Latina foi chamada de populista e demagógica por políticos, funcionários e colunistas do chamado primeiro mundo. Curiosamente, hoje, quando no mundo desenvolvido se sugere ou se pratica abertamente uma mudança de modelo, ninguém se lembra do epíteto.
Por Marcelo Justo, de Londres.
Fofoca publicada no blog Beyondbrics, mantido pela biblia britânica da especulação financeira, o jornal Financial Times, diz que tentar entender o que o ministro Mantega quer no câmbio pode ser "exaustivo", e que o governo demonstra desejos contraditórios, confundindo os investidores. O jornal diz que "eles não têm ideia do que estão fazendo"
A maneira mais clara de analisar algum sistema financeiro é fazer a pergunta do “de quem e para quem“. Isso porque sistemas financeiros são basicamente um conjunto de dívidas e credores. Na atual economia neorrentista, os 99% (trabalhadores, consumidores) devem ao 1% (possuidores de títulos, acionistas, grandes proprietários). O objetivo é monopolizar o privilégio de criação de dinheiro que permite extrair juros e outras taxas por suprir a economia com o crédito necessário.
Por Michael Hudson
A oposição não faz balanço dos seus 10 anos. Por menos sincero que fosse, teria que ser terrível. Foram 10 anos de derrotas e fracassos, até chegar a seu nível mais baixo, na atualidade.
Por Emir Sader*, em seu blog
Observando, atônito, as lições desaprendidas na Grã-Bretanha, na Europa e nos Estados Unidos, me chama a atenção que toda a estrutura do pensamento neoliberal seja uma fraude. As demandas dos ultra-ricos se vestiram de teoria econômica sofisticada e foram aplicadas independentemente de seu resultado. O completo fracasso desta experiência em escala mundial não é impedimento para que se repita. Isto não tem nada a ver com a economia. Tem absolutamente a ver com o poder.
Por George Montbiot