Em viagem aos Estados Unidos, o presidente nacional do tucanato Aécio Neves se apresentou a empresários como o “líder da oposição no Brasil”. Atual senador pelo estado de Minas Gerais, Aécio é nacionalmente reconhecido como um dos parlamentares menos expressivos do Senado Federal, desde que assumiu a cadeira em janeiro de 2011. Pesquisa Ibope divulgada no final de setembro mostra Aécio na terceira posição da disputa presidencial de 2014, com apenas 11% das intenções de votos.
O sistema neoliberal dominante nos traslada habitualmente a imagem e a ideia de que seu âmbito de atuação é o campo econômico, caracterizado pelo domínio absoluto dos interesses dos mercados, sua hipotética autorregulação para um ótimo e equilibrado desenvolvimento e sua real busca obsessiva do máximo de benefícios. No entanto, e mesmo sendo certo que o âmbito econômico pode ser um espaço de ação prioritário, não é o único.
Por Jesús González Pazos*
O sistema neoliberal dominante nos traslada habitualmente a imagem e a ideia de que seu âmbito de atuação é o campo econômico, caracterizado pelo domínio absoluto dos interesses dos mercados, sua hipotética autorregulação para um ótimo e equilibrado desenvolvimento e sua real busca obsessiva do máximo de benefícios. No entanto, e mesmo sendo certo que o âmbito econômico pode ser um espaço de ação prioritário, não é o único.
Por Jesús González Pazos*
Ao lançar seu livro Dez anos que abalaram o Brasil, o economista João Sicsú visitou a Fundação Maurício Grabois, quando participou de uma conversa. Assista a primeira parte da entrevista com Osvaldo Bertolino, Sérgio Barroso e Joanne Mota, em que o autor diz porque o PSDB está sem alternativa de pensamento político para os próximos anos.
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João Sicsú fala sobre 10 anos que abalaram o Brasil
É um fenômeno geral no continente: os governos progressistas deslocaram a direita e a ultra esquerda, que não encontram forma de acumular força. A ultra esquerda insiste em não reconhecer que a situação social desses países melhorou substancialmente, que deram passos importantes na contramão do modelo neoliberal, que têm uma politica externa que se opõem à dos EUA, que recuperaram o papel ativo do Estado.
Por Emir Sader*, em seu blog
Há poucas coisas mais enganosas e condenadas ao fracasso do que acordos de livre-comércio e livre fluxo de capitais entre nações com economias completamente desiguais. Há alguns meses as forças do liberalismo econômico empurram com muita disposição duas novas iniciativas neste sentido. Trata-se do Acordo de Associação do Transpacífica (TPP, por sua sigla em inglês) e da Aliança do Pacífico.
Por Luciano Wexell Severo, na Carta Maior
A atividade do presidente chileno, Sebastián Piñera, tem sido intensa nos últimos dias e ele não tem descansado nem um momento em propagandear as bondades que representam, para o bem dos países, a aceitação de sistemas neoliberais, de livre comércio e privatizações.
Por Hedelberto López Blanch*, no Rebelión
O México foi uma vanguarda do neoliberalismo na América Latina. Dos primeiros a implementar esse modelo no continente, acompanhou essa adoção com a primeira adesão regional a um Tratado de Livre Comércio – o Nafta, assinado em 1994, com os EUA e o Canadá.
Por Emir Sader*, em seu blog
O esforço feito pelas agências financeiras privadas para promover o aumento dos juros, através do controle seletivo da informação – via colunistas financeiros, editorialistas convictos ou devidamente convencidos, cronistas políticos que repetem a “voz do dono”, para lembrar o velho selo da RCA Victor – configurou-se como uma profecia autorealizada.
Por Tarso Genro*
Ding Dong! The Witch Is Dead (Ding Dong! A Bruxa Morreu), a canção interpretada por Judy Garland no filme "O Mágico de Oz", de 1939, tem sido um pesadelo para a BBC. Tudo porque o tema está na lista dos singles mais vendidos na última semana no Reino Unido, depois de uma campanha iniciada no Facebook celebrando a morte de Margaret Thatcher, a antiga primeira-ministra britânica, aos 87 anos.
Nunca houve uma mulher como Margareth Thatcher. A paráfrase da propaganda do célebre filme “Gilda”, dirigido por Charles Vidor e estrelado por Rita Hayworth, não se refere, evidentemente, a qualquer comparação com a beleza, o charme e a picardia da personagem encarnada pela fascinante atriz hispano-irlandesa. Mas é fato que o movimento operário e socialista jamais teve uma inimiga tão dura e implacável como a falecida primeira-ministra britânica.
Por Breno Altman*
Na manhã desta segunda-feira (8), toda a imprensa internacional divulgava a morte da ex- primeira ministra britânica Margaret Thatcher, 87.