O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, pediu nesta terça-feira à comunidade internacional que apoie o diálogo entre a oposição e o governo da Venezuela "sem pressões ou sanções", e expressou sua preocupação com o estancamento do processo.
O Partido Comunista da Venezuela (PCV) manifestou seu apoio à campanha internacional lançada pelo governo de Nicolás Maduro, em favor da verdade. Nesta segunda-feira (2), o presidente venezuelano se pronunciou dizendo que “converter a verdade popular em política revolucionária é uma dos mais importantes ensinamentos que o comandante Hugo Chávez (1954-2013) deixou ao país”.
"Os grandes meios de comunicação montaram uma campanha contra o Mundial de Futebol que será disputado no Brasil este mês, como aconteceu com o anterior na África do Sul, porque para eles só vale se for feito no norte", disse neste domingo (1º/6) o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.
Nesta quarta-feira (28), o governo venezuelano ofereceu uma coletiva de imprensa para revelar as provas que vinculam os atores políticos e empresariais da direita com uma tentativa de golpe de Estado contra Nicolás Maduro, inclusive com um plano de assassinato ao presidente.
Nesta quarta-feira (28), o governo venezuelano ofereceu uma coletiva de imprensa para revelar as provas que vinculam os atores políticos e empresariais da direita com uma tentativa de golpe de Estado contra Nicolás Maduro, inclusive o plano de assassinato do presidente.
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou na terça-feira (20) que "repudia" o projeto de lei em análise no Senado nos Estados Unidos, que determina sanções a funcionários do governo venezuelano que violarem direitos civis de participantes de protestos no país.
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse nesta segunda-feira (19) que os comandantes Fidel Castro e Hugo Chávez conduziram os movimentos revolucionários em Cuba e na Venezuela, respectivamente, seguindo o fio da história escrita por José Martí e Simón Bolivar.
O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, pediu que o povo transforme a segurança cidadã em um tema prioritário para o país. Após a decisão dos opositores de “paralisar” as reuniões, o mandatário denunciou as pressões para acabar com o diálogo de paz empreendido pelo governo. Em seu programa semanal exibido pela televisão venezuelana, Maduro pediu ainda que os opositores reunidos na Mesa de Unidade Democrática (MUD) evitem as conspirações e os constantes ataques contra administração do Estado.
O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Diosdado Cabello, confirmou na quinta-feira (8) que os Estados Unidos revogaram o visto norte-americano dele. Cabello também acusou Washington de recusar todas as tentativas de Caracas para normalizar as relações diplomáticas bilaterais.
O governo venezuelano denunciou neste domingo (4) que as recentes tentativas de golpe contra o governo bolivariano começaram a ser orquestradas no ano de 2004. Segundo o ministro de Interior, Miguel Rodríguez Torres, há uma série de “evidências” que revelam a participação de paramilitares colombianos e do ex-presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, nos planos de desestabilização da Venezuela.
As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) manifestaram o desejo de ter os presidentes Nicolás Maduro, da Venezuela, e Rafael Correa, do Equador, como “convidados de honra” para a eventual assinatura de um acordo com o governo colombiano. Em entrevista à agência Andes, Andrés París, membro negociador das Farc, afirmou que o grupo insurgente gostaria de dar a notícia do fim do conflito a todos os chefes de Estado que protagonizam as mudanças democráticas na América Latina.
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, acusou nessa quinta-feira (1º) o governo dos Estados Unidos de voltar a conspirar contra Caracas e condenou a "ingerência grosseira e insolente" nos diálogos com a oposição, destacando que não aceitará nenhum tipo de condicionamento.