Após a sua primeira reunião com líderes da base aliada do Governo, o ministro de Relações Institucionais da Presidência da República, Ricardo Berzoini, afirmou, nesta quarta-feira (2), que a criação de comissões parlamentares de inquérito (CPIs) é prática recorrente da oposição em período eleitoral e revela ausência de proposta para o País.
O líder do PT na Câmara, deputado Vicentinho (SP), anunciou em entrevista coletiva nesta quinta-feira (27) que vai propor a ampliação do campo de investigação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que está sendo proposta pela oposição para investigar a Petrobras. O líder petista quer incluir como objeto de investigação da CPI casos de corrupção envolvendo governos tucanos de São Paulo e Minas Gerais.
No ano passado, a oposição pediu a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a Petrobras, mas a comissão não foi instalada. Este ano, de eleições gerais, a oposição quer aprovar um projeto de resolução para garantir que a CPI seja criada e apure denúncias ligando a presidenta Dilma Rousseff à compra da refinaria nos Estados Unidos. O líder do governo na Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), disse que as CPIs acabam virando palco de disputa política.
O deputado Fernando Ferro (PT-PE), membro titular da Comissão de Minas e Energia da Câmara, declarou, após a audiência pública realizada pela comissão, que debateu a crise no sistema elétrico brasileiro, que o tema só foi debatido na Câmara por oportunismo eleitoral da oposição.
Mesmo após insulflar diversas manifestações violentas contra o governo de Nicolás Maduro, o opositor venezuelano Henrique Capriles concedeu, nesta segunda-feira (17), uma entrevista ao Programa do Jô da TV Globo, afirmando que “nunca planejou mudar o governo de uma forma que não seja democrática”.
Passado um mês dos protestos insuflados e comandados por Leopoldo López e Maria Corina Machado, do partido de extrema direita Vontade Popular, sob o lema “A Saída”, ou seja, a deposição do governo Maduro, como se apresenta o cenário venezuelano, não aquele estampado nos meios de comunicação internacionais, e sim o que mostra a realidade?
Por Max Altman*, na Opera Mundi
O deputado Luiz Alberto (PT-BA), presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Petrobras – o Pré-sal é Nosso, disse que a resposta dada pelo mercado internacional à oferta de US$8,5 bi de bônus lançada pela Petrobras mostra o prestígio que a estatal brasileira tem no exterior. A oferta da estatal obteve uma demanda recorde de US$22 bilhões. Para ele, o fato desmascara a visão “antinacionalista” da oposição e de setores da mídia.
O deputado Amauri Teixeira (PT-BA), presidente da Comissão de Seguridade Social e Família, e o deputado Rogério Carvalho (PT-SE), integrante do colegiado, afirmam que a ofensiva política do PSDB e do DEM de fazer a revisão do Programa Mais Médicos não encontra respaldo na sociedade.
Partindo do princípio de que um amigo fragilizado não deve sofrer críticas, coletivos chavistas estão realinhando o discurso. É uma longa fase de adaptação iniciada em 5 de março do ano passado, quando morreu Hugo Chávez, e catalisada pelas marchas promovidas pela oposição ao longo de fevereiro.
Por João Peres, da Rede Brasil Atual
Após duas semanas de protestos consecutivos contra seu governo, o presidente Nicolás Maduro instalou na noite desta quarta-feira (26) uma Conferência de Paz com diferentes setores do país. O evento foi boicotado pelos líderes do bloco opositor Mesa de Unidade Democrática (MUD), que classificou a iniciativa como um “simulacro”.
Por Luciana Taddeo, de Caracas para a Opera Mundi
O ministro Elías Jaua disse que o governo venezuelano teve acesso a cópias de e-mails trocados entre os “diplomatas” ianques e líderes da oposição, que comprovam que os “EUA estão financiando os grupos violentos que atuam nas manifestações”.
Por Altamiro Borges*, em seu blog