A esquerda bem informada
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Paulo Guedes admite: governo Bolsonaro quer entregar todas as estatais

Se depender do governo Bolsonaro (PSL), todas as estatais federais serão vendidas até 2022 – último ano do mandato presidencial. Quem confirma a previsão sombria é o ministro da Economia, Paulo Guedes, em entrevista ao jornal Valor Econômico publicada nesta segunda-feira (9). Segundo Guedes, caberá à gestão federal “preparar” a privataria e, depois, pressionar o Congresso Nacional. “Minha obrigação é fazer o diagnóstico e entregar a prescrição. O Congresso vai decidir. Essa é a proposta.”

Privatização dos rios e ilusões regulatórias

Usinas hidrelétricas não são meras fábricas de Megawatts. Hidrelétricas utilizam a energia dos rios para gerar eletricidade, mas esses empreendimentos também são responsáveis por controlar o fluxo de um determinado curso d’água e armazenar enormes quantidades do precioso líquido.

Por Ikaro Chaves* e Felipe Sousa**

Bolsonaro censura o audiovisual e quer vender Telebras e Correios

O Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação, através de sua executiva, lança nota em que critica o governo Bolsonaro que suspendeu o edital de projetos para TV pública. Para o Forúm, essa atitude representa, na verdade, "a implementação das ideias conservadoras, lgbtfóbicas e anti-democráticas". A nota trata ainda da tentativa de privatização de importantes estatais de tecnologia. 

A EBC na lista de Guedes: privatizar ou presentear?

"Falar em privatização da EBC é uma improriedade porque a radiodifusão, diferentemente de outras atividades econômicas exploradas pelo Estado, não pode ser simplementes transferida, está regulada por leis específicas, como a que rege o sistema de outorgas, acima mencionado".

Por Tereza Cruvinel*

Senador vê operação suspeita para a venda das refinarias da Petrobrás

O senador Jean Paul Prates (PT-RN) cobrou explicações do presidente da Petrobras, Roberto Castelo Branco, para a venda de subsidiárias, como refinarias e a Transportadora Associada de Gás (TAG).

Farra privatista pode ter resistência no Congresso

O cronograma do programa de privatizações do governo Bolsonaro pode ter no Congresso Nacional um ponto de resistência. A venda das estatais é uma das principais apostas da equipe econômica para recompor o Orçamento e cumprir a meta de déficit primário de R$ 139 bilhões – o dinheiro que dá estabilidade ao mercado da dívida pública, a chamada ciranda financeira.

Quem lucra e quem paga a conta do desmonte da Petrobras?

O anúncio dos resultados da Petrobras no segundo trimestre de 2019 está sendo festejado pelos gestores da empresa, pelo governo e pelo mercado. Não poderia ser diferente. Os R$ 18,8 bilhões que a Petrobras “lucrou” foram obtidos à custa da entrega do patrimônio público, projeto principal da equipe econômica do governo Bolsonaro.

O Brasil sob desmonte: Bancos públicos puxam a fila das privatizações 

Privatizar as estatais. Dar de mão beijada o patrimônio nacional. O presidente Bolsonaro nunca escondeu o viés entreguista e a real intenção do mandato. O capital acima de tudo e todos. Em apenas 200 dias, os bancos públicos puxaram a fila de venda de ativos. No total, foram R$ 16 bilhões.

Madalena Guasco: Bolsonaro joga ProUni e EaD nas mãos dos privatistas

No governo Jair Bolsonaro (PSL), não há mais preocupação com a formação, distorcendo o propósito de programas e fazendo-os meramente meios de satisfazer o apetite por lucros das empresas de educação e do capital financeiro.

Por Madalena Guasco Peixoto*

Future-se: a privatização da universidade ganha novo disfarce

"A verdadeira intenção, caso se consolide esta proposta do MEC, é retirar o direito ao ensino superior gratuito".

Por Christian Lindberg*

A mão grande e privatista de Paulo Guedes

Ministro da Economia anuncia aceleração das privatizações, um programa que segundo ele vai mudar o perfil da economia do país e “economizar” até R$ 450 bilhões. Na verdade, trata-se de garantir, à mão grande, a estabilidade do pagamento dos juros no mercado da dívida pública.  

Por Osvaldo Bertolino

Bolsonaro imita modelo de FHC e usa BNDES para acelerar a privataria

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) não é apenas o gestor do Programa Nacional de Desestatização (PND). No governo Bolsonaro, a diretiva é usar a instituição para acelerar as privatizações, com foco inicial na venda de ativos nos quais a União tem fatia minoritária. De cara, o BNDES quer entregar à iniciativa privada partes de sua participação no IRBBrasilRe e na Vale.

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