Mais de 5 milhões de professores precisam de ser contratados a nível mundial até 2030, segundo estudo apresentado pela Unesco no Dia Mundial dos Professores (5 de outubro). A meta ajudaria também os países a atingir um dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio até 2015, o objetivo número dois que visa a atingir o ensino básico universal.
A dois dias da abertura da Feira do Livro de Frankfurt, que começa nesta quarta-feira (9), escritores da delegação brasileira dão sinais do tom político que pretendem imprimir aos debates no maior evento editorial do mundo. O texto, assinado até agora por 24 escritores, apoia a greve de professores no Rio, "como parte da luta pela melhoria da qualidade do ensino público no Brasil", e repudiam a violência policial, pedindo "um amplo debate sobre a atuação da polícia no país".
O deputado federal Chico Lopes (PCdoB-CE) se reuniu na manhã da última sexta-feira (04/10), com o secretário de Segurança, Servilho Paiva, e com professores do Campus do IFCE Umirim, na sede da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social.
No final da manhã de quarta-feira (2), representantes de entidades da educação se reuniram na sede da Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior (Proifes-Federação) para uma coletiva de imprensa sobre o leilão do campo de petróleo de Libra, localizado na Bacia de Campos, plataforma continental que se estende entre Rio de Janeiro e Santa Catarina.
A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) estima que até 2030 serão necessários 8,4 milhões de professores para assegurar as necessidades educacionais de todas as crianças do ensino primário e secundário.
Os professores da rede estadual de educação decidiram manter a greve que dura dois meses após a assembleia desta quarta-feira (2) no Club Municipal, na Tijuca, zona norte do Rio. O ato dos profissionais da educação na terça (1º/10) na Cinelândia foi a questão mais frisada pelos professores e pelo Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe). Para eles, a atuação da polícia foi um ato truculento e sem necessidade.
Tumulto, saques, depredação, medo. Como sempre a grande mídia escolhe a dedo as palavras para descrever protestos de rua. Não é de hoje que existe a tentativa de criminalizar os movimentos sociais mas, desta vez, estão tratando educadores como criminosos. No sábado, a cobertura sobre a desocupação da Câmara havia clara manipulação. E o mesmo se repete nesta quarta, um dia depois de um grande protesto no Rio, em solidariedade aos professores.
Uma decisão judicial suspendeu nesta segunda-feira (30) os resultados de uma reunião entre vereadores do Rio. Com isso, pode haver adiamento da votação do Projeto de Cargos, Carreira e Remuneração do magistério municipal, prevista para amanhã (1º/10) na Câmara Municipal.
Professores da rede municipal de ensino armaram barracas de acampamento na lateral do Palácio Pedro Ernesto, sede do Legislativo do Rio, onde na noite do sábado (28) houve uma ação da Polícia Militar (PM) para a desocupação do plenário da Casa.
O clima foi de tensão dentro e fora da Câmara de Vereadores do Rio por conta da votação do plano de cargos e salários dos professores municipais, programada para a tarde desta quinta-feira (24). Dentro da Casa, o presidente Jorge Felippe (PMDB) precisou interromper a sessão que estava sendo realizada porque o plenário foi tomado por cerca de 300 professores que ocupavam as galerias em protesto contra a votação do texto do novo plano.
Com aproximação para a data limite para o reajuste do Piso Nacional do Magistério da educação básica, os governadores se uniram para sugerir uma nova fórmula de correção dos salários.
É o que disse a presidenta Dilma Rousseff disse nesta sexta-feira (13), durante a formatura de 2.634 alunos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec-Brasil sem Miséria), em Uberlândia (MG). Segundo Dilma, a valorização dos professores será uma das prioridades dos investimentos em educação, a partir dos recursos que virão dos royalties do petróleo.