Em 1º de janeiro de 2015 as Ligas Camponesas completaram 60 anos. Elas nem existem mais, porém seu legado histórico ainda está aí, vivo e pulsando. Surgiram no Engenho Galileia, em Vitória de Santo Antão, em 1º de janeiro de 1955, e foram extintas logo após o golpe militar de março de 1964.
Por Vandeck Santiago*, no Diário de Pernambuco
Na manhã desta segunda-feira (5) o MST já voltou à ativa na luta pela Reforma Agrária Popular. Cerca de 300 Sem Terra ocuparam as rodovias federais BR 163, BR 267 e BR 262 no Mato Grosso do Sul em forma de protesto.
No último dia do primeiro mandato de Dilma Rousseff, a presidenta destinou 22 áreas para reforma agrária. São 57,6 mil hectares (um hectare corresponde a 10 mil metros quadrados, o equivalente a um campo de futebol oficial) distribuídos em dez estados. De acordo com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), as novas áreas devem beneficiar 1,5 mil famílias. Os decretos foram publicados hoje (31) no Diário Oficial da União.
Os assentados da reforma agrária que contrataram financiamentos de custeio e investimento do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), e que estão inadimplentes, têm até 30 de dezembro para renegociar as dívidas com condições especiais.
Os representantes do Movimento Nacional dos Trabalhadores Sem Terra (MST), se reuniram com a presidenta Dilma Rousseff, nesta segunda-feira (15) em Brasília. Eles foram ao Palácio do Planalto para reforçar o apoio a Dilma no próximo mandato, mas também para cobrar maior agilidade na execução da reforma agrária.
Estão reunidos em Salvador, na Bahia, desde esta quarta-feira (10), centenas de gestores públicos, lideranças sindicais e acadêmicos do Brasil, Argentina, França, México e Uruguai, para o Seminário Internacional de Governança Fundiária. A proposta é debater, entre outros temas, reforma agrária e soberania alimentar.
Estão reunidos em Salvador, na Bahia, desde esta quarta-feira (10), centenas de gestores públicos, lideranças sindicais e acadêmicos do Brasil, Argentina, França, México e Uruguai, para o Seminário Internacional de Governança Fundiária. A proposta é debater, entre outros temas, reforma agrária e soberania alimentar.
Estão reunidos em Salvador, na Bahia, desde esta quarta-feira (10), centenas de gestores públicos, lideranças sindicais e acadêmicos do Brasil, Argentina, França, México e Uruguai, para o Seminário Internacional de Governança Fundiária. A proposta é debater, entre outros temas, reforma agrária e soberania alimentar.
Estão reunidos em Salvador, na Bahia, desde esta quarta-feira (10), centenas de gestores públicos, lideranças sindicais e acadêmicos do Brasil, Argentina, França, México e Uruguai, para o Seminário Internacional de Governança Fundiária. A proposta é debater, entre outros temas, reforma agrária e soberania alimentar.
Estão reunidos em Salvador, na Bahia, desde esta quarta-feira (10), centenas de gestores públicos, lideranças sindicais e acadêmicos do Brasil, Argentina, França, México e Uruguai, para o Seminário Internacional de Governança Fundiária. A proposta é debater, entre outros temas, reforma agrária e soberania alimentar.
Não se impressione pela simplicidade da produção do documentário Em Busca da Terra Sem Veneno, dirigido por Noilton Nunes.Trata-se de uma melhores referências brasileiras sobre reforma agrária. João Pedro Stédille, líder do MST, relata as reformas agrárias clássicas que aconteceram na Europa, EUA e Japão e os motivos pelos quais nunca aconteceram verdadeiramente no Brasil.
O presidente da Contag (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura), Alberto Broch, acompanhado de lideranças da entidade, participou de uma reunião com a presidenta Dilma Rousseff, nesta terça-feira (9), no Palácio do Planalto. Ele defendeu o diálogo entre o governo e os movimentos sociais e apresentou propostas para o desenvolvimento da vida no campo.