Em declaração ao Portal Vermelho, Ramon Bentivenha, do Coletivo Direito para Todxs, que compõe a assessoria jurídica dos professores atacados no Paraná pelo governo de Beto Richa, informou que a Comissão de Direitos Humanos do Senado convocou o governador tucano e o secretário de Segurança Pública do estado, Fernando Francischini, para explicar a repressão policial contra os professores do Paraná.
O governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), foi alvo na tarde de domingo (3) de vaias e palavras de ordem no estádio Couto Pereira, em Curitiba, onde aconteceu a final entre o Operário de Ponta Grossa e o Coritiba pelo Campeonato Paranaense.
Trinta anos depois do fim da ditadura militar, chegou a hora de os brasileiros acertarem o relógio a respeito dos métodos de governo do PSDB e o tipo de futuro que planeja para o país. Embora seus fundadores tenham participado da luta pela democratização, os governadores do PSDB têm acumulado recordes macabros em confrontos com a população.
Por Paulo Moreira Leite, no Brasil 247
Durante gravação de uma reportagem do Globonews, indígenas desmascararam o sensacionalismo do canal e cobraram uma postura digna e honesta diante da repressão da PM em cima do movimento indígena.
“Vó, estou muito triste”, Débora ouviu do seu neto ao atender o telefone. “O que aconteceu, meu filho?”, ela perguntou, chamando o menino pela forma que remete à relação que tenta ter com ele desde que o seu filho, o gari Edson Rogério Silva dos Santos, foi assassinado por policiais no Dia das Mães do ano de 2006.
A repressão policial contra os protestos em Ferguson, estado de Missouri, pelo assassinato de um jovem negro, e ataques aéreos contra grupos insurgentes no Iraque, marcaram as notícias da semana nos Estados Unidos.
Os moradores do Território indígena Wichí, de Ramón Lista, em Potrillo, Formosa (Argentina), vivenciaram horas de terror. Na manhã do último dia 28 de julho, a pequena comunidade foi invadida por cerca de 70 policiais, que deixaram um rastro de violência, roubo, destruição, agressões e detenções arbitrárias. Somado a isso, médicos de Formosa se negaram a atenderem às crianças Wichí atacadas e, na delegacia, houve recusa no atendimento para denunciar a repressão policial.
Em nota divulgada há pouco, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro (Sindjor Rio) manifestou que “a violência praticada contra jornalistas chegou a níveis inaceitáveis – e insustentáveis – na cidade do Rio de Janeiro com a prisão da repórter Vera Araújo, de O Globo, e a agressão à repórter fotográfica freelancer Kátia Carvalho durante o exercício da profissão nesse domingo (15)”.
João Vicente Goulart (filho do ex-presidente Jango) participa ao vivo nesta quarta-feira (9) do programa Câmara Aberta Sindical, às 20h, na TV Aberta de São Paulo. No mês em que o golpe militar de 1964 completa 50 anos, o tema da entrevista será Atualidade das Reformas de Base – um dos assuntos favoritos do ex-presidente Jango. Na quinta (10), é a vez do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé receber Goulart para uma coletiva com blogueiros e veículos alternativos às 11h.
Não há como lutar no movimento estudantil, em 2014, sem lembrar aquele incêndio da madrugada de 1º de abril de 1964 na sede da União Nacional dos Estudantes, na Praia do Flamengo, e principalmente aqueles que sobreviveram e não se abalaram. A ditadura não queria queimar somente a sede da UNE, e, sim, o espírito transformador dos estudantes brasileiros há exatamente 50 anos, o Brasil era empurrado para um dos momentos mais sombrios de sua história.
Por Virgínia Barros*
"O Brasil ainda não efetivou um real ajuste de contas com o seu passado", afirmou Aldo Fornazieri, sociólogo e diretor da Escola de Sociologia e Política de São Paulo, durante entrevista à Rede Brasil Atual, ao falar sobre o golpe millitar de 1964 e os desdobramentos após a redemocratização.
Da Radio Vermelho em São Paulo
"O Exército deveria pedir desculpas pelos crimes da ditadura", declarou, em entrevista à Rádio Brasil Atual, Pedro Dallari, coordenador da Comissão Nacional da Verdade (CNV), ao falar sobre a ditadura militar e o processo de finalização dos trabalhos da Comissão.
Da Rádio Vermelho, em São Paulo