Mad Max: Estrada da Fúria, do diretor George Miller, será lançado a partir de maio, mas o trailler do filme adianta a preocupação em um mundo apocalítipo, a causa: a falta d'água.
Condomínios de luxo, Metrô, SPTrans, hotéis, bancos, igrejas, shoppings, e outros clientes de água selecionados da Sabesp recebem prêmios pelo alto consumo. São 500 nomes que têm contrato diferenciado com a Companhia de Abastecimento de água e que segue a lógica do mercado: quanto mais consumo, mais lucro. E na maior crise hídrica que atinge São Paulo em 84 anos, a relação empresarial permanece.
Por Luis Nassif
Enquanto nos aproximamos do colapso total no abastecimento em São Paulo, políticos tentam desesperadamente culpar a natureza: “é por causa da falta de chuva”. Nada disso. O problema é político mesmo.
Por Gabriel Kogan, no site Cosmopista
Os reservatórios do Sistema Cantareira registraram aumento nos níveis pelo terceiro dia consecutivo. O principal manancial de abastecimento da região metropolitana de São Paulo opera neste domingo (8) com 5,7% da sua capacidade. A Companhia de Saneamento do Estado de São Paulo (Sabesp) informou que o volume armazenado aumentou 0,1 ponto percentual.
O número de casos de dengue nas quatro primeiras semanas do ano aumentou 57,2% entre 2014 e 2015, saltando de 26.017 para 40.916 em todo o Brasil. O ministro da Saúde, Arthur Chioro, coloca, entre os motivos do aumento, a crise hídrica, que faz com que muitas pessoas estoquem água em casa.
Um amigo meu pergunta no Facebook: “O que a Dilma quer? Convencer todo mundo de que a Petrobras tem que ser privatizada?”
Por Paulo Nogueira, para o Diário do Centro do Mundo*
A falta de água em São Paulo, que já afeta 68% da população na região metropolitana, poderá, nos próximos 50 dias, atingir uma situação alarmante. Em declaração à imprensa nesta terça-feira (27), o diretor da Companhia de Água e Esgoto do Estado de São Paulo (Sabesp), Paulo Massato, admitiu que possa adotar “medidas drásticas” para evitar o completo colapso do Sistema Cantareira.
Para Associação de Consumidores Proteste, governo paulista deve primeiro decretar o racionamento, informar a população e dar um prazo para que se adeque à nova situação.
O nível dos seis reservatórios que formam o Sistema Cantareira, principal manancial da região metropolitana de São Paulo, manteve-se neste sábado (3) em 7,1%, a mesma desde o dia 2 de janeiro deste ano, segundo a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). Até a manhã de hoje (4), a Sabesp marcava 6,7 milímetros (mm) de chuva no Cantareira. A última queda registrada no sistema foi 0,1 ponto pecentual no dia 1º de janeiro.
Jerson Kelman, novo presidente da Sabesp disse que a crise de abastecimento de água está longe de terminar. "Olhando para a frente, a situação de São Paulo é preocupante, é grave, e temos que torcer pelo melhor, mas estar preparados para o pior", admitiu.
Até o dia 16 de dezembro, ação da empresa registrava desvalorização de 37,31% desde o início do ano.
O governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, anunciou nesta quinta-feira (18) multas para as pessoas que aumentarem o consumo de água nas cidades atendidas pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).