Sobe para 54 o número de ocorrências registradas neste sexto dia de ataques em Santa Catarina. No final da noite de segunda-feira (4) e na madrugada desta terça-feira (5), a Polícia Militar afirmou que uma oficina, um carro, quatro ônibus e um caminhão foram incendiados em quatro cidades do estado.
Apesar de os governadores de São Paulo e de Santa Catarina negarem que há uma crise de segurança pública em seus respectivos estados, os números da violência não param de subir. Dez veículos foram incendiados, três mortes e dez pessoas presas em Santa Catarina, entre a noite de quinta e a madrugada desta sexta-feira (16). Em São Paulo, a onda chegou ao interior. Depois de Araraquara, Bauru registrou três mortes em menos de 10 horas.
A onda de violência que afeta os estados de São Paulo e Santa Catarina ganhou destaque na imprensa internacional nesta quinta-feira (15). Em São Paulo, em mais uma noite violenta, foram registradas 13 mortes, cinco delas em Araraquara. Entre as vítimas na Grande São Paulo, dois policiais militares e um civil.
Pelo menos seis ônibus foram incendiados na quarta-feira (14) na Grande Florianópolis, em Santa Catarina. É a terceira noite consecutiva de violência que o Estado vive. Os ataques ocorreram dessa vez no bairro Ingleses, na capital catarinense e nas cidades de Tijucas e Palhoça. O fogo nos coletivos atingiu dois carros que estavam nas ruas. Uma base da Polícia Militar também foi atacada a tiros, além de uma central de videomonitoramento.
As cidades de Florianópolis e Blumenau, em Santa Catarina, sofreram dois ataques entre a tarde de segunda-feira (12) e a madrugada de ontem (13). Na capital catarinense, homens atearam fogo em dois ônibus. Um deles estava cheio de passageiros, que relataram à polícia momentos de terror. Não houve feridos. O governo do Estado alegou que os criminosos "imitam" os de São Paulo.
Servidores públicos estaduais de Santa Catarina realizaram uma assembleia e ato público nesta quarta-feira (12) para protestar contra a redução de salário de cerca de 90% dos 14 mil trabalhadores da rede estadual de saúde anunciada pelo governo para os próximos meses. Isso mesmo, os rendimentos vão diminuir tendo em vista que será retirada, progressivamente, a chamada Hora Plantão (HP).
No último sábado (21), durante debate promovido pelo Grupo RIC Record de Santa Catarina, a candidata à Prefeitura de Florianópolis, Angela Albino, da coligação Avança Florianópolis (PCdoB, PT, PR, PRB, PRP e PTdoB) falou das propostas e criticou má gestão.
O Brasil resistirá à crise econômica internacional gerando empregos e investindo em infraestrutura. A afirmação é da presidente Dilma Rousseff, feita nesta segunda-feira (21), ao participar da cerimônia de assinatura da ordem de serviço das obras de construção da ponte sobre a Lagoa do Imaruí, na BR-101, em Santa Catarina.
O Dia do Trabalho e o início da temporada de pesca de tainha foram celebrados com uma missa na praia do Campeche, região sul de Florianópolis, na manhã desta terça-feira. A cerimônia, tradicional da cultura local, reuniu cerca de 200 pessoas diante de uma colônia de pescadores. Nem mesmo a manhã mais fria do ano na capital catarinense e o vento intenso na praia foram capazes de afastar as pessoas.
Os professores catarinenses entram em greve na segunda-feira (23). Cerca de 4 mil trabalhadores da educação em Santa Catarina, participaram da assembleia estadual, na tarde de terça-feira (17), que rejeitou a proposta do governo e decidiu, por unanimidade, pela paralisação.
A cidade de Florianópolis assistiu a uma grande demonstração de unidade, promovida pelas centrais sindicais, entidades dos movimentos sociais e parlamentares, na 3ª Marcha Catarinense da Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS).
A deputada estadual Ângela Albino (PCdoB) disputa pela segunda vez a prefeitura de Florianópolis (SC). Depois de amargar um quarto lugar em 2008, ela volta entre os líderes das pesquisas de intenção de voto. Bancada pela direção nacional de seu partido, ela está à procura de uma aliança que dê musculatura à sua campanha. O tema da campanha está pronto: falta planejamento à cidade, que cresceu desordenadamente. “Isso prejudica o município, que sempre esbanjou qualidade de vida”, afirma.