“As comunidades exigem justiça! Paraisópolis pede socorro.” Este é o sentimento exposto na faixa de abertura no ato de terça-feira (4/12) em Paraisópolis, na Zona Sul de São Paulo (SP). Organizado pela união de moradores “Nova Paraisópolis”, dois dias depois do massacre que causou a morte de nove inocentes, o protesto reuniu em torno de 400 pessoas.
Por Camilla Lima (texto) e Thaynan Diniz (fotos)*
Parlamentares do PCdoB-SP manifestaram indignação com o massacre de Paraisópolis. Nove jovens inocentes foram mortos pela Polícia Militar paulista, no domingo (1/12), na dispersão de um baile funk. O deputado Orlando Silva protocolou requerimento na Câmara Federal para criar uma Comissão Externa que investigue o episódio. Já o mandato da deputada estadual Leci Brandão informou estar em “contato constante com a Ouvidoria da PM e com o Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana.
Uma desastrosa e truculenta ação da Polícia Militar (PM) do governo João Doria (PSDB-SP) deixou nove pessoas mortas neste domingo (1) durante um baile funk na comunidade de Paraísopolis, na zona sul de São Paulo. Todas as vítimas morreram pisoteadas, numa demonstração da irresponsabilidade com que a gestão tucana intensificou a repressão nas periferias da capital. Participantes do baile negaram a versão da PM – segundo a qual policiais agiram em resposta a criminosos que se esconderam na festa.
Seguindo a estratégia do presidente Jair Bolsonaro, o governador de São Paulo, João Doria, postou em seu Twitter uma mensagem com críticas a uma cartilha de ciências distribuída para os alunos do 8º ano do ensino fundamental, elaborada pela Coordenadoria de Gestão da Educação Básica, da Secretaria de Educação do Estado.
A República Velha foi marcada por intensos conflitos e mudanças sociais no Brasil. Grandes donos de terras, obrigados a substituir a mão de obra escravizada pela assalariada, enfrentaram ondas de insatisfação de trabalhadores e rebeliões em vários pontos do País. Essa época produziu importantes figuras pouco conhecidas pela história oficial. É o caso de Joseph Jubert, professor e advogado francês que enfrentou fazendeiros e desafiou autoridades por melhores condições de trabalho nas lavouras.
O mandato do deputado Orlando Silva (PCdoB-SP) participou, no sábado (27/7), de debate promovido pela União Popular de Mulheres do Campo Limpo e Adjacências (UPM), sobre os impactos da reforma da Previdência do governo Jair Bolsonaro (PSL). A atividade ocorreu pela manhã, em Campo Limpo, na Zona Sul de São Paulo.
Obra será lança pela Fundação Maurício Grabois em Sâo Paulo.
Do Portal Grabois
O Comitê Distrital Centro do PCdoB esteve presente ao ato, no dia 6 de abril, de assinatura das escrituras públicas dos terrenos de 24 mil metros quadrados que formam o Parque Augusta, na região central de São Paulo (SP). Assinaram os documentos a Prefeitura, o Ministério Público (MP) do estado e a construtora dona da área que a transferiu por doação ao Município.
Por Sueli Scutti
A Comissão Executiva do PCdoB São Paulo (SP) divulgou nota, nesta quarta-feira (13), para denunciar a “combinação sem precedentes de caos, destruição e abandono” na capital paulista. De acordo com o Partido, esse cenário foi “causado pelos índices atípicos de chuva, mas agravado pela omissão dos governos estadual e municipal”. Confira a íntegra da nota.
A editora Anita Garibaldi e a Fundação Maurício Grabois acabam de lançar o livro 1932: A história invertida, do jovem historiador Francisco Quartim de Moraes. Ela é a adaptação da sua dissertação de mestrado defendida no Departamento de História da Universidade de São Paulo em 2016 e que teve como orientador o professor Wilson do Nascimento Barbosa.
Segundo o ex-ministro e deputado federal eleito Alexandre Padilha (PT-SP), o governador de São Paulo, João Doria (PSDB) aproveita a crise política nacional para praticar atos inconstitucionais e ilegais a fim de edificar um Estado Policial.
Por Alexandre Padilha
Em texto do Diário Oficial, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), vetou um Projeto de lei que defendia o funcionamento 24 horas das delegacias da Mulher. O veto não seria surpresa vindo de um político que nunca escondeu seu desprezo pelas minorias. O detalhe que torna a decisão algo inexplicável é que o funcionamento 24h destas delegacias foi uma promessa da campanha de Doria.