Dezenas de militantes fizeram um escracho na frente do prédio onde trabalha o advogado Mario Espedito Ostrovski, nesta sexta-feira (28), em Foz do Iguaçu. A ação é uma denúncia e revelação do local de moradia e trabalho dos torturadores que continuam soltos e sem julgamento de suas ações durante a ditadura militar.
Outubro de 1968, uma data marcada na história do movimento estudantil brasileiro. Neste vídeo, a TV Vermelho, apresenta o encontro de gerações. Durante a realização do 11º Congresso União Estadual dos Estudantes de São Paulo (UEE-SP), que ocorreu entre os dias 14 e 16 de junho, a UUE-SP prestou homenagem aos mais de 700 estudantes presos pelos militares durante do 30 Congresso da União Nacional dos Estudantes.
A Agência Central de Inteligência (CIA) elaborou um relatório destinado ao Congresso dos Estados Unidos no qual justifica seus métodos de tortura contra suspeitos de atividades terroristas.
Em sessão conjunta, a Comissão Nacional da Verdade e a Comissão Estadual da Verdade do Rio de Janeiro ouviram nesta terça-feira (18) cinco militares da reserva que foram perseguidos, presos e torturados por resistir ao golpe de 1964.
Na tarde desta terça-feira (18), a Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados promove em Brasília (DF) a apresentação do filme A Mesa Vermelha, que narra por meio dos depoimentos de 23 ex-presos políticos as torturas praticadas por agentes da ditadura militar no início da década de 1970.
Presa e torturada nos porões da ditadura, Lúcia Murat deu um depoimento emocionante à Comissão da Verdade, que investiga crimes cometidos pelo aparelho repressivo do regime militar. O tema tem aparecido com frequência em sua obra de diretora. O horror que viveu no passado é uma fonte de inspiração. Certas histórias precisam ser contadas para não ser esquecidas. Mas, como Lúcia diz, sua vida e obra não é só isso – "Seria me reduzir, como cidadã e artista".
No sábado (15), o ex- ministro da Comunicação Social do governo Lula, Franklin Martins, recebeu da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça um pedido oficial de desculpas por sido preso durante o 30º Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), em 1968, na cidade de Ibiúna, São Paulo.
Joanne Mota, da Rádio Vermelho em São Paulo
Depois de um ano de trabalho, a Comissão da Verdade concluiu que a tortura era considerada uma técnica rotineira de interrogatório e que ela começou a ser usada antes mesmo do início da luta armada contra a ditadura. Por isso, o grupo pretende sugerir ao Supremo Tribunal Federal a revisão da Lei de Anistia, para que os culpados sejam julgados e punidos.
Crianças afastadas dos pais, presas junto com eles, usadas como ameaça nas sessões de tortura e muitas vezes obrigadas a assistir as agressões contra eles. Nova série da Record mostra a história das crianças vítimas da ditadura.
Só no Rio de Janeiro, foram 111 mortos e desaparecidos durante a ditadura militar (entre 1964 e 1985), entre eles o caso emblemático do deputado Rubens Paiva. O presidente da Comissão da Verdade do Rio de Janeiro e ex-presidente da OAB/RJ, Wadih Damous, concedeu entrevista ao Jornal do Brasil e o Portal Vermelho reproduz abaixo:
Em relato emocionado, concedido ao jornalista Luiz Carlos Azenha, o deputado estadual Adriano Diogo (PT/SP) narra o o que sofreu durante a Ditadura Militar e reafirma: fui torturado por Carlos Alberto Brilhante Ustra no DOI-CODI da rua Tutoia.
O Comitê Estadual de Prevenção e Combate à Tortura do Ceará, vinculado à Secretaria da Justiça e Cidadania do Estado do Ceará, recebe e acompanha denúncias de qualquer tipo de tortura (discriminação racial, sexual ou abuso de autoridade). Atualmente o Comitê acompanha 34 denúncias de tortura no Ceará, além da realização de visitas técnicas nas unidades de privação de liberdade, asilos, abrigos, delegacias, instituições psiquiátricas, hospitais, visando ações de prevenção contra o crime.