Tal como não copiou modelos teóricos nem experiências de outras latitudes na prática revolucionária que o levou ao poder, o Partido Comunista da China formulou para a construção do socialismo uma política própria consoante sua realidade nacional.
Este é o segundo artigo de uma pequena série dedicada ao centenário do Partido Comunista da China.
Dentro de um mês, a 1º de Julho, os chineses celebram o centenário de fundação do Partido Comunista (PCCh), que dirigiu a Revolução Popular no país asiático e conduz a construção de um peculiar socialismo em distintas etapas, percorridas desde a fundação da República Popular, em 1º de Outubro de 1949.
“Antes de serem intergovernamentais, as relações entre a China e o Brasil correspondem aos interesses de dois povos e nações que têm futuro, desempenham e desempenharão um papel importante nas transformações mundiais”
O sonho humano de liberdade e independência era o mesmo dos três soldados da foto e sintetizava-se naquele gesto. Para que jamais se repitam acontecimentos tão nefastos como o conjunto da obra do nazi-fascismo, e se eternize na memória dos povos a façanha libertadora realizada pela União Soviética e as forças democráticas, é que o gesto do soldado Abdoulkhakim Ismailov será sempre lembrado.
Mais uma vez, a comunidade internacional se depara com a proclamação por parte da Casa Branca de que um dos aspectos centrais de sua política externa, durante a Administração do Presidente Joe Biden, será a “defesa dos direitos humanos”.
Os acontecimentos dos últimos dias revelaram a agressividade dos Estados Unidos contra a Rússia e a China, elevando as tensões internacionais.
Este 6 de janeiro entra para a crônica como uma das datas que os historiadores do futuro tomarão como referência para narrar a longa agonia de um império, cujo fim se aproxima cada vez mais.
O dirigente comunista José Reinaldo Carvalho escreve sobre o legado de Lênin, no transcurso, neste ano, do 150º aniversário do seu nascimento
Luis Arce, um dos líderes do Movimento ao Socialismo (MAS), consegue eleição em primeiro turno na Bolívia. A vitória representa a volta legítima do grupo de Evo Morales ao poder.