Os motivos para desejar a aprovação da regulação das plataformas digitais são muito mais urgentes, justos e transparentes, do que as mentiras sem sentido contra a lei.
Lideradas pelo Google, as bigtechs iniciaram uma ofensiva contra o PL 2630 que regula as empresas de comunicação digital. Jornalistas são censurados pelo Twitter.
As plataformas digitais têm interesse econômico em desinformar sobre o projeto de lei. Desmascaramos algumas das mentiras que circulam mais.
Embora tanto a contribuição assistencial quanto o imposto sindical sejam legítimos e justos, partam do mesmo princípio e ajudem a sustentar o movimento sindical, essas duas modalidades são distintas
Consulta do CGI.br, que ocorre em meio à discussão do PL das Fake News, ficará aberta por dois meses. Objetivo é identificar medidas para minimizar riscos.
Como 92% da força de trabalho no setor é feminina – e 67% é negra –, essas trabalhadoras “estão no epicentro da discriminação racial, de gênero e de classe”
Justiça Federal do RJ determinou a exclusão de conteúdos do YouTube vinculados à igreja pentecostal Geração Jesus Cristo que disseminam discurso de ódio contra outras religiões
O relator do PL das Fake News, deputado Orlando Silva (PCdoB/SP), avalia que regulação das redes é exigência dos tempos atuais
Audiências públicas acontecem hoje e amanhã (29); participam representantes do Google, Facebook, TikTok, Twitter, WikiMedia e Mercado Livre, órgãos governamentais, entre outros
Deputado Orlando Silva (PCdoB), relator do PL das Fake News, indica combate ao extremismo e transparência na gestão das redes sociais
Após muitos entraves no Congresso, relator diz que PL das Fake News pode ser votado ainda neste semestre, após saída de Bolsonaro.
Para o deputado federal (PCdoB/SP), blindagem parlamentar é mais uma fake news para dificultar a tramitação do tema e favorecer as empresas de tecnologia.