Obama deu a entender que a conclusão da caçada era um ponto final, como se a morte de um homem decretasse o fim de um fenômeno enraizado
Ofensiva atinge Cabul e Kandahar em resposta a suposto apoio à milícia que atacou território paquistanes, gerando alertas de China e Rússia
Emboscada que feriu dois soldados ocorre em meio à militarização de Washington, ao uso político da imigração e a um ciclo crescente de violência na gestão Trump
Segundo porta-voz da administração Talibã, outras 9.240 pessoas ficaram feridas e 1.320 casas foram danificas ou destruídas. Dez equipes trabalham nos escombros
128 refugiados foram transferidos, em 30 de junho para a colônia de férias do Sindicato dos Químicos de São Paulo, na Praia Grande
Mais: A contraofensiva ucraniana e a guerra de versões / Afeganistão adere à Nova Rota da Seda e 75 anos da al-Nakba: “A Grande Catástrofe”.
Investigação do NYT constatou que as guerras aéreas dos Estados Unidos, de Barack Obama, no Oriente Médio são marcadas por ‘inteligência falha’ e ‘seleção de alvos falha’, que levaram a centenas de civis mortos.
Performance violenta é a linguagem do Talibã. Se os vemos como selvagens, atrasados ou misóginos, perdemos a oportunidade de aprender como enfrentá-los.
O fracasso no Afeganistão e em outras das «guerras sem fim» deixaram sequelas na aliança, potenciadas pelas frequentes derivas estratégicas dos Estados Unidos.
Apesar de mais moderado que o discurso do 7 de setembro, a fala nas Nações Unidas tem o mesmo objetivo, buscando criar ambiente para demonizar as saídas coletivas, negociadas, baseadas em normas jurídicas e na ciência. O mandatário brasileiro demonstra que, se puder, fará o caminho do retrocesso e da violação a conquistas civilizatórias.
Saída do Afeganistão sinaliza que a estratégia militar dos EUA se desvia da rota do Oriente Médio e da guerra ao terror, para o Sudeste Asiático e a contenção da China.
A OCX, herdeira do antigo grupo dos Cinco de Xangai criado em 1996 e tem expressivo peso político, econômico e demográfico. Seus países-membros respondem por mais de 70% do território eurasiático, quase metade da população mundial e mais de 30% do PIB mundial.