O ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Edinho Silva, disse neste sábado (28), que as dificuldades políticas enfrentadas pelo governo serão superadas com diálogo com o Congresso.
A reunião de coordenação política desta segunda-feira (16) teve como pauta principal a análise dos vetos presidenciais em sessão conjunta do Congresso Nacional a ser realizada nesta terça-feira (17). De acordo com o líder do governo na Câmara dos Deputados, José Guimarães, “manter os vetos é fundamental para estabilizar a relação política”.
Nesta segunda-feira (9), o ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Edinho Silva, concedeu entrevista coletiva após reunião de Coordenação Política. O ministro falou que o governo continua dialogando com as lideranças e os presidentes do Senado e da Câmara dos Deputados para que ocorra a aprovação das medidas de ajuste fiscal.
Em entrevista coletiva após a reunião da coordenação política no Palácio do Planalto, nesta segunda-feira (9), o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva, destacou a estratégia do governo para aprovação de pautas no Congresso Nacional e comentou sobre o movimento de caminhoneiros.
Em um discurso interrompido várias vezes por aplausos e gritos de apoio, a presidenta Dilma Rousseff garantiu nesta terça (3) que, apesar do ajuste fiscal anunciado pelo governo para reequilibrar a situação fiscal do país, o governo não irá abrir mão das políticas sociais que "estão mudando o Brasil" e tiraram o país do mapa da fome.
A presidenta Dilma Rousseff cancelou agenda de compromissos nesta sexta-feira (30), por conta de problemas de saúde de sua mãe, Dilma Jane. A ministra da Agricultura, Kátia Abreu, representou a presidenta na cerimônia de lançamento do projeto de expansão da fábrica da Fibria Celulose, em Mato Grosso do Sul, e leu um discurso que seria da presidenta com críticas aos “pessimistas” e defesa das medidas de ajuste fiscal do governo.
Durante evento de entrega de 2.691 residências do Minha Casa Minha Vida no Distrito Federal, a presidenta Dilma Rousseff reafirmou que o governo não vai parar muito menos diminuir o benefício do programa Bolsa Família.
O destaque da semana no Congresso é a votação do Programa de Proteção ao Emprego (PPE) no Senado; e do projeto de lei sobre repatriação de divisas. As matérias fazem parte do ajuste fiscal do governo. As votações devem começar nesta terça-feira (27).
Durante comissão geral na Câmara dos Deputados, a deputada Luciana Santos (PCdoB-PE) cobrou do ministro da Fazenda, Joaquyim Levy, a implementação de uma agenda que viabilize a retomada do crescimento econômico.
A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) informou que já assinou, com a senadora Gleise Hoffmann (PT-PR) e com os senadores José Pimentel (PT-CE) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP), projeto de resolução que reduz os salários dos senadores em 10%. Ela disse que a medida é simbólica, e visa mostrar à população que os senadores estão dispostos a contribuir para a redução dos gastos públicos.
A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) sugeriu nesta segunda-feira (5) que os parlamentares reduzam seus salários, a exemplo do anunciado pela presidenta Dilma Rousseff para os vencimentos dela própria, dos ministros e do vice-presidente da República. A senadora propôs um corte de 10% nos rendimentos de deputados e senadores.
Pouco depois de ter seu nome anunciado para a pasta da Saúde, nesta sexta (2), o novo ministro Marcelo Castro (PMDB) defendeu o retorno da CPMF com alíquota de 0,2% e propôs que o imposto seja cobrado de quem efetua e de quem recebe um depósito financeiro. De acordo com a proposta de Castro, a CPMF não deve ter prazo para ser extinta, e os recursos deverão ser compartilhados entre União, estados e municípios, o que deve agradar prefeitos e governadores.