O vice-presidente da República e articulador político do governo, Michel Temer (PMDB), passou esta segunda-feira (4) em reuniões com as bancadas no Congresso fazendo apelos em favor da unidade dos partidos da base governista para a aprovação das Medidas Provisórias (MPs) 664 e 665, consideradas essenciais para o ajuste econômico proposto pela presidenta Dilma Rousseff.
A presidenta Dilma Rousseff reuniu nesta segunda-feira (4) o vice-presidente Michel Temer e os ministros que compõem a coordenação política do governo para discutir as medidas de ajuste de fiscal propostas ao Congresso Nacional para reduzir gastos e reequilibrar as contas públicas.
Em audiência pública na Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (29), o ministro da Fazenda Joaquim Levy afirmou que todos os acusados na Operação Zelotes responderão a processo administrativo e disciplinar e que os autos irregulares serão anulados.
Em reunião, nesta quarta-feira (8), com todos os partidos da base de apoio ao Executivo no Congresso, o novo coordenador político do governo, o vice-presidente da República, Michel Temer, sugeriu e todos concordaram em assinar um documento, no qual se comprometem a apoiar as medidas de ajuste fiscal com eventuais melhorias que serão negociadas.
Tem muita gente falando e escrevendo muita bobagem sobre a tal crise econômica pela qual estaria passando o país. Também vou escrever as minhas, mas antes de escrever sobre a natureza da tal crise penso ser necessário lembrar que Dilma venceu tudo e todos apresentando um projeto social-desenvolvimentista e que sua derrota significaria a volta do Estado Mínimo (apenas um dos retrocessos visíveis no projeto neoliberal e anti-desenvolvimentista de Aécio e sua trupe).
Por Pedro Benedito Maciel Neto*
A presidenta Dilma Rousseff, em entrevista à agência de notícias Bloomberg, nesta terça-feira (31), reafirmou seu compromisso de retomar o crescimento ao dizer que o governo vai garantir o cumprimento das metas fiscais deste ano.
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, anunciou na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, nesta terça-feira (31), que, no próximo ano, haverá certeza do sucesso do ajuste fiscal. Para ele, será “o momento em que nos vamos saber que o Brasil conseguiu evitar uma dificuldade, que conseguimos superar, que estamos realmente na rota do crescimento, com a possibilidade de se realizarem os sonhos e desejos”.
Se é verdade que a crise econômica mundial abateu-se sobre nossa economia e que devido a este cenário desfavorável precisamos ajustar nossas contas, não é verdade que este pacote de ajuste fiscal enviado ao congresso nacional seja o instrumento mais eficaz para combater a crise.
Por Ismael Cardoso*, no Portal da UJS
O presidente do Conselho Federal de Economia (Cofecon), Paulo Dantas da Costa, afirma que reformas capazes de estimular os investimentos no longo prazo são essenciais para retomar o crescimento econômico nos próximos anos.
Para minimizar ou até eliminar seu efeito recessivo, o ajuste deve aumentar a progressividade da estrutura tributária. Por isso, é bem-vinda a discussão sobre a criação de imposto sobre grandes fortunas e/ou o aumento e a federalização do imposto sobre heranças.
A presidenta Dilma Rousseff reuniu-se nesta quarta-feira (25) no Palácio do Planalto, com os nove governadores dos estados nordestinos, que lhe asseguraram apoio tanto no campo político, como nas ações de governo. Na ocasião, os mandatários estaduais entregaram a ela uma carta política e uma pauta com cinco pontos prioritários para o desenvolvimento social e econômico da região.
O ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, disse que o ajuste fiscal proposto pelo governo é “indispensável” e que, por isso, as medidas não serão revistas. “O ajuste fiscal é um sacrifício indispensável”, declarou a jornalistas após reunião com a presidenta Dilma Rousseff, nesta terça-feira (24), no Palácio do Planalto.