Indicado por Bolsonaro, o pastor presbiteriano poderá ser mais um ministro do STF com perfil reacionário, junto com Kássio Nunes Marques.
A indicação de Mendonça tem sido apregoada por Bolsonaro como uma indicação teocrática, contrária ao Estado Laico
Advogado-geral da União é pastor presbiteriano e deve favorecer Bolsonaro em decisões judiciais, assim como Kássio Nunes.
A ideia é que o ministro explique em Plenário as denúncias veiculadas pela imprensa sobre a produção de dossiês de servidores públicos contrários ao governo de Jair Bolsonaro
André Mendonça anexou dois pareceres que falam na suposta necessidade de preservar o sigilo de documentação produzida pelo ministério, mais uma vez sem negar nem confirmar a existência do relatório.
Se o conteúdo verdadeiro, a ministra do STF diz que o quadro “escancara comportamento incompatível com os mais basilares princípios democráticos do Estado de Direito”
Apesar da tentativa de se desvencilhar do dossiê produzido pela Secretaria de Operações Integradas, André Mendonça nomeou quase toda a diretoria do órgão.
579 pessoas teriam sido monitoradas, em sua maioria policiais e agentes de segurança estaduais e federais, dois ex-secretários nacionais de segurança pública e um ex-secretário nacional de Direitos Humanos
O Ministério da Justiça produziu um dossiê com nomes e, em alguns casos, fotografias e endereços de redes sociais das pessoas monitoradas.
Em 11 de junho, durante uma live, Bolsonaro levantou suspeitas sobre o número de mortos pelo coronavírus no país e pediu que apoiadores filmassem hospitais
O STF determinou que o ministro da Educação preste depoimento à PF por ter chamado ministros da corte de ‘vagabundos’ e defendeu mandá-los para prisão
Alexandre Ramagem, novo diretor da PF, é amigo do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos), investigado pela corporação no esquema criminoso de espalhar fake News