Para a juventude, a demanda por uma nova constituição foi um chamado a acordar. Mais da metade dos jovens chilenos de 18 a 29 anos votaram na eleição, com as mulheres constituindo 52,9% dos eleitores
Discute-se pelo mundo a demanda por uma terceira dose de algumas vacinas para garantir maior proteção diante de variantes e contágios que continuam aumentando. Percepção confirma necessidade de protocolos de distanciamento social, mesmo após vacinação.
E a principal delas, nesse quadro pluricultural da nova Carta Magna, é a da professora mapuche Elisa Loncón, eleita presidente da Constituinte
A Nova Constituição será liderada por uma mulher dos povos originários
Presidenciável do Partido Comunista enfatizou que o cerne do seu projeto é a criação de um sistema de proteção social “que garanta uma vida digna a todas as pessoas e que signifique uma derrota estratégica sobre o neoliberalismo”
A crescente tentativa dos Estados Unidos em tentar reduzir os avanços da China nas relações internacionais é um dos destaques na análise internacional da cientista política Ana Prestes desta segunda-feira (14). Outros temas também abordados são: a cúpula do G7, a volta do Brasil, como membro não permanente ao Conselho de Segurança da ONU, as eleições presidenciais no Peru, a troca de Benjamin Netanyahu por Naftali Bennett, em Israel, a visita da CIDH à Colômbia e o segundo turno das eleições para governador no Chile.
O Chile terá eleições presidenciais em 21 de novembro (primeiro turno) e 19 de dezembro (eventual segundo turno) e pode entrar no ano de 2022 com um comunista na presidência.
A eleição de mulheres como Iraci Hassler, Javiera Reyes e Barbara Sepúlveda no Chile marca um ponto de inflexão. Para além da militância, talvez o mais importante seja que ao leme de cada uma das campanhas estava uma equipe formada por mulheres
Vitória da economista Irací Hassler nas eleições abre, pela primeira vez na história, a Prefeitura da capital chilena ao Partido Comunista. Ela fala sobre sobre sua trajetória e o ressurgimento da esquerda no país.
Os acontecimentos mais recentes no país andino passaram um recado: não tentem mais tomar decisões sem o povo.
Os comunistas chilenos tiveram um aumento de 560.000 votos na recente megaeleição cuja marca principal foi a derrota da direita, segundo o secretário-geral do Partido Comunista, Lautaro Carmona.
Um relato pessoal sobre as eleições históricas do Chile.