O Egito vai às urnas nesta quarta e quinta-feira, dias 23 e 24, para escolher o novo presidente. Trata-se do primeiro pleito presidencial após a revolução que derrubou Hosni Mubarack, que passou mais de 30 anos no poder no país.
Um total de 841 civis morreram no Egito por causa da repressão de forças governamentais durante os 18 dias de revoltas contra Hosni Mubarak, revelou nesta quarta-feira (16) um relatório de ativistas de direitos humanos.
Um tribunal administrativo anulou nesta quarta-feira (09) a convocação das eleições presidenciais do Egito, previstas para os dias 23 e 24 de maio. Os magistrados consideraram que a Comissão Eleitoral Suprema não teria competência para organizar o pleito.
O Exército egípcio posicionou tropas no domingo (5), ao redor do Ministério da Defesa, no Cairo, para impedir manifestações na área depois que um soldado morreu e 373 outras pessoas ficaram feridas em confrontos durantes protestos na sexta-feira contra os generais que governam o Egito, a apenas três semanas da eleição presidencial.
Os trabalhadores protestam no Egito, enquanto o Banco Europeu procura ratificar empréstimos de $1,5 bilhão de dólares para o Egito.
Por Danya Nadar, no The Real News Network (TRNN).
O Conselho Supremo militar do Egito, orgão que preside o país, está pronto a entregar o poder ao presidente eleito em 24 de maio, informa o site do jornal egípcio Al-Ahram, fazendo referências à declaração do Vice-Chefe das Forças Armadas Sami Anan.
Os candidatos islamistas Abdelmoneim Abul Futuh e Mohammed Mursi, apontados como dois dos favoritos nas eleições presidenciais do Egito, suspenderam nesta quarta-feira (2) suas campanhas em protesto pelos distúrbios que estão ocorrendo no Cairo, que causaram a morte de pelo menos nove pessoas.
Teve início nesta segunda-feria, no Egito, a campanha eleitoral presidencial. A partir de agora, estão oficialmente autorizadas a propaganda e a publicidade eleitorais.
Cerca de 40 detentos egípcios que cumprem pena em Israel se declararam em greve de fome devido ao fracasso das negociações para uma troca de presos entre os dois países, informou neste sábado (28) a agência palestina "Maan". A troca previa a libertação de 63 egípcios e do israelense Ode Tarabin, condenado por espionagem em 2000.
Treze candidatos disputarão a cadeira presidencial do Egito. A Comissão Eleitoral Central aprovou a lista definitiva dos pretendentes ao cargo máximo do Estado, que não poderá ser contestada.
As autoridades eleitorais do Egito definem nesta quinta-feira (26) a lista de candidatos presidenciais em um momento de aparentes fraturas nas fileiras islâmicas, enquanto continuam estancadas a Assembleia Constituinte e a fricção do governo com o Parlamento.
Após os protestos que voltaram a lotar a já famosa Praça Tahrir, a Junta Militar do Egito aprovou uma emenda legislativa que proíbe a candidatura de altos cargos do governo de Hosni Mubarak nas próximas eleições presidenciais, informou nesta terça-feira (24) o diário estatal Al-Ahram.