Depois da Grécia, a Irlanda. E depois, provavelmente, Portugal. Na sequência, não sabemos. O que é certo é que vários países estão ameaçados pelos mercados. A Espanha já está sob a alça da mira. Mas com o devido respeito pelos demais, o caso da Espanha é diferente. Trata-se da quarta economia da Europa (12% do PIB europeu) e é um peso pesado da política europeia.
Por Sami Nair
A Organização das Nações Unidas (ONU) celebrará amanhã o Dia internacional do Migrante fazendo uma exortação no sentido de ampliar a vigência de uma Convenção de 1990 que protege os direitos destas populações, em um momento em que uma onda de xenofobia se estende pela Europa e pelos Estados Unidos.
Thalif Deen, na agência IPS
Três anos se passaram desde a explosão da crise global, um desde a crise da dívida europeia e o Velho Continente ainda não dá demonstrações de recuperação. Devido a essas causas, o aumento da pobreza, o elevado desemprego e as conseguintes desconfianças dos consumidores têm sido as principais consequências em 2010.
A incerteza persiste sobre a economia europeia, devido à crise da dívida no velho continente, reconheceu o Banco Central Europeu, em comunicado emitido na última quinta-feira (9)
A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) reforça sua segurança às custas de terceiros, indicou na última quinta-feira (9) a chancelaria russa, ao comentar o acordo militar firmado entre a Polônia e os Estados Unidos.
Desde os anos 80, a direita na Europa tenta apresentar-se como algo moderno para a população.
Por Karin Priester
Uma onda de descontentamento social toma conta de vários países europeus, ocasionada pelo anúncio de planos de austeridade por parte de governos que descartam outra saída para sanar o déficit orçamentário.
O governo de Portugal negou qualquer pressão do Banco Central Europeu (BCE) e de países da Eurozona para que Portugal solicite uma ajuda financeira, afirmou uma fonte do gabinete do primeiro-ministro José Sócrates.
A luta dos trabalhadores em Portugal, com projeção para todo o continente europeu, teve na última quarta-feira (24) um momento elevado. Mais de três milhões de trabalhadores realizaram a maior greve geral do país, num clamoroso protesto contra as medidas antipopulares, inspiradas pelo mais tacanho conservadorismo, a mais reacionária visão econômica e pelo neoliberalismo, aplicadas por um governo, na prática, de direita liderado por um partido que se diz “socialista”.
O Tribunal Distrital de Estocolmo, capital da Suécia, aceitou nesta quinta-feira (18) uma nova solicitação do Ministério Público do país, acusando o fundador do site WikiLeaks, Julian Assange, de estupro e emite um mandado de captura internacional.
Os romenos manifestaram-se, na última quarta-feira (3), contra o plano de austeridade, que inclui corte de 25% dos salários do funcionalismo público, demissão de cerca de 70 mil funcionários públicos e aumento do IVA de 19% para 24%.
“O costume das cúpulas dos chefes de Estado e de governo da União Europeia, especialmente na União dos 27 membros, é que quando não há crise, inventa-se uma”, ironizava o jornal “El Mundo” algumas horas antes do “debate amargo” de várias horas que aconteceu em Bruxelas sobre uma revisão do Tratado de Lisboa.