Foi dada a largada para a campanha das eleições gerais de 12 de outubro próximo na Bolívia. São cinco as organizações políticas n a disputa.
A campanha presidencial boliviana começou nesta semana com cinco candidatos ao principal cargo político do país. Quatro chapas de oposição tentarão evitar a reeleição do atual presidente Evo Morales do MAS (Movimento ao Socialismo), que buscará o terceiro mandato consecutivo. O primeiro turno das eleições acontecerá no próximo dia 12 de outubro.
Por Victor Farinelli, de Santiago para a Opera Mundi
O presidente boliviano, Evo Morales, anunciou nesta segunda-feira (15) a ampliação do teleférico desta capital, que deverá ser ampliado para vários subúrbios da cidade como parte de um grande projeto para melhorar o transporte público.
O presidente da Bolívia, Evo Morales, descartou neste domingo (6) qualquer possibilidade de debater programas governamentais com políticos que privatizaram no passado os recursos naturais e as empresas estratégicas do Estado.
Entusiasmo, vibração, solidariedade, internacionalismo: estas foram as cores que brilharam no grandioso ato de abertura do Encontro Sindical Internacional Anti-imperialista, que ocorreu na última segunda-feira (30) em Cochabamba, na Bolívia. A atividade é promovida pela Federação Sindical Mundial (FSM), Central Obreira Boliviana (COB) e o governo daquele país.
O presidente da Bolívia, Evo Morales, irá inaugurar, nesta segunda-feira (30), um encontro dos sindicatos com representantes de vários países que buscarão um processo de unidade anti-imperialista e anticapitalista.
Os ponteiros do relógio da fachada do Legislativo boliviano, em La Paz, estão girando em sentido anti-horário desde a terça-feira (23). Os números também foram invertidos e confundiram alguns desavisados que passavam pela Plaza Murillo. A mudança é proposital e trata-se de uma ação do governo do país, que passou a considerar o medidor de tempo como um símbolo de mudança política.
O presidente da Bolívia, Evo Morales, denunciou nesta segunda-feira (23) em La Paz um complô financeiro contra o governo da Argentina liderado por Cristina Fernández Kirchner.
Segundo dados de uma pesquisa realizada pela Organização das Nações Unidas (ONU), o cultivo da planta da coca na Bolívia caiu cerca de 9 por cento no ano passado, chegando a seu nível mais baixo desde 2002, de acordo com pesquisa o terceiro maior produtor mundial de cocaína, depois do Peru e Colômbia.
Segundo dados de uma pesquisa realizada pela Organização das Nações Unidas (ONU), o cultivo da planta da coca na Bolívia caiu cerca de 9 por cento no ano passado, chegando a seu nível mais baixo desde 2002, de acordo com pesquisa o terceiro maior produtor mundial de cocaína, depois do Peru e Colômbia.
Cerca de 2 milhões de pessoas saíram da pobreza extrema, graças às política sociais implementadas pelo presidente da Bolívia, Evo Morales. Dados oficiais apontam que a taxa de pobreza extrema, que em 2005 era de 38%, baixou para 20%, em 2013.
Na abertura da Cúpula do G-77+China, que se realiza neste fim de semana (14 e 15) na cidade de Santa Cruz, o presidente da Bolívia, Evo Morales, defendeu a extinção do Conselho de Segurança da ONU.