Nesta sexta-feira (4), Xi Jinping, presidente da República Popular da China e Vladimir Putin, presidente da Federação Russa, reuniram-se em Pequim. Na ocasião, além de participar da cerimônia de abertura da XXIV Olimpíada dos Jogos de Inverno, os dois Chefes de Estado divulgaram uma Declaração Conjunta que chama a atenção pela assertividade e amplitude.
Para muitos analistas, os democratas podem sair derrotados das eleições deste ano e o governo Biden se tornar um “pato manco” depois do fracasso eleitoral de seu partido
É real o perigo de provocações do imperialismo, que possam ser usadas para tentar justificar uma aventura militar de consequências imprevisíveis.
Com ameaças no ar e divergências não resolvidas sobre as crescentes tensões na Ucrânia, as últimas conversações entre os Estados Unidos-OTAN e Rússia terminaram sem avanços.
A globalização que a China propõe tem sentido oposto e com um nome muito sugestivo: “comunidade de destino compartilhado”
Walter Sorrentino considera que há no mundo uma expectativa de derrotar Bolsonaro nas eleições presidenciais deste ano.
O Global Times, jornal chinês que reflete a opinião da República Popular da China sobre temas internacionais, abordou, na edição desta terça-feira (28) – no Brasil ainda segunda-feira (27) – a crise na fronteira com a Ucrânia.
Inebriados pela vitória de há 30 anos, a superpotência imperialista e seus vassalos da Otan, UE e Israel, lançaram-se numa orgia de guerras, ferozes ofensivas contra trabalhadores e povos e acumulação de obscenas riquezas.
No último dia 10 de dezembro um tribunal britânico revogou a decisão que proibia a extradição do jornalista Julian Assange para os Estados Unidos. Agora, um novo julgamento, ainda sem data marcada, pode determinar a extradição do jornalista australiano.
A elevada tensão militar na Europa, em particular a situação da Ucrânia, entrou na pauta das conversações entre Moscou e Washington nesta última semana, dando início a um novo processo nas negociações entre as partes
“O sistema democrático e o caminho democrático de cada país e cada qual deve ser elegido independentemente pelas pessoas de cada país de acordo com suas próprias condições nacionais”
Como Cuba tem advertido, o governo dos Estados Unidos está engajado em uma perigosa campanha que visa criar uma cisma internacional, dividindo o planeta e punindo os países que defendem projetos progressistas