Na mensagem em vídeo, o presidente Xi Jinping assinalou que o mundo entrou num novo período de volatilidade e transformação, e que tanto a China quanto os países da América Latina e Caribe enfrentam novos temas de nossos tempos: promover a recuperação econômica pós-pandemia e proporcionar felicidade e bem-estar para nossos povos
O presidente dos EUA, Joe Biden, irá promover uma dita “Cúpula para a democracia”, nestes dias 9 e 10 (quinta e sexta-feira). Esta farsa e o seu real propósito não são originais.
Em um evento que pretendia ser “a COP mais inclusiva da história”, porém, uma ausência chamou mais atenção do que a de Bolsonaro: na delegação oficial brasileira, não havia membros da sociedade civil.
Leia o discurso de Lula no Instituto Sciences Po, em Paris, nesta tarde
Para economista, Estados Unidos, China e Rússia já formam “o novo núcleo central da geopolítica mundial do século 21”
Os arautos do euro-atlantismo encontram-se numa “azáfama”. Ambições militaristas, uma vez mais proclamadas, e os interesses em jogo, são o que a motivam.
Apesar de mais moderado que o discurso do 7 de setembro, a fala nas Nações Unidas tem o mesmo objetivo, buscando criar ambiente para demonizar as saídas coletivas, negociadas, baseadas em normas jurídicas e na ciência. O mandatário brasileiro demonstra que, se puder, fará o caminho do retrocesso e da violação a conquistas civilizatórias.
Entre 1990 e 2010, no contexto da arrancada industrial, a proporção de população pobre passou de 66,3% para 11,2%, de acordo com o Banco Mundial.
A aliança militar e tecnológica entre os EUA, Reino Unido e Austrália (Aukus) abre uma nova frente na escalada estratégica do imperialismo contra a China, na região vital que a terminologia dominante, desde Trump, decidiu designar de Indo-Pacífico (em vez de Ásia-Pacífico) para acomodar a Índia.
Primeiros sinais da diplomacia de Joe Biden revelam que ele está mais próximo do unilateralismo de Trump que do multilateralismo de Obama
Às margens da Assembleia Geral da ONU, em 21 de setembro, o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Carlos França, encontrou-se com o secretário de Estado americano, Antony Blinken.
Embora possa representar uma ruptura com o neoliberalismo de Abe, o ex-ministro de Relações Exteriores ampliará o alinhamento bélico com os EUA contra a China, mesmo esta sendo seu principal parceiro econômico.